RHC 238990 - DECISAO
Negou-se provimento ao habeas corpus porque a manutenção da prisão preventiva está fundamentada na gravidade concreta e no modus operandi do crime, que demonstram periculosidade exacerbada; não houve inércia estatal apta a caracterizar excesso de prazo, tendo havido regular movimentação processual, instrução encerrada e decisão de pronúncia; e eventuais dilatações são justificáveis pela complexidade do processo, pluralidade de réus e recursos, sendo, portanto, legítima a custódia cautelar. Fundamentou-se, ainda, no art. 34, XX c/c art. 246, ambos do RISTJ, para negar provimento in limine.
- Parties
- Acusado: FRANCISCO SANDROEL SUZANA MELO; Instância a Quo: Tribunal de Justiça do Estado do Ceará
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 01 June 2026
- Procedural Posture
- Habeas Corpus / Recurso Em Habeas Corpus Contra Acórdão Do Tribunal De Justiça Do Estado Do Ceará; Julgamento Antecipado; Decisão Denegatória Mantida
- Outcome
- Nego provimento in limine ao recurso em habeas corpus.
- Legal Topics
- Prisão Preventiva, Excesso De Prazo, Habeas Corpus, Tribunal Do Júri, Pronúncia
Case Brief
Summary, issues, holding and outcome
More case intelligence is available
Unlock the full research layer for this judgment.
Parties
FRANCISCO SANDROEL SUZANA MELO
Acusado
Tribunal de Justiça do Estado do Ceará
Instância a Quo
Procedural Posture
Habeas Corpus / Recurso Em Habeas Corpus Contra Acórdão Do Tribunal De Justiça Do Estado Do Ceará; Julgamento Antecipado; Decisão Denegatória Mantida
Legal Issues
- 1 revogação da prisão preventiva
- 2 excesso de prazo da custódia cautelar
- 3 regularidade da instrução criminal e pronúncia
Ratio Decidendi
Negou-se provimento ao habeas corpus porque a manutenção da prisão preventiva está fundamentada na gravidade concreta e no modus operandi do crime, que demonstram periculosidade exacerbada; não houve inércia estatal apta a caracterizar excesso de prazo, tendo havido regular movimentação processual, instrução encerrada e decisão de pronúncia; e eventuais dilatações são justificáveis pela complexidade do processo, pluralidade de réus e recursos, sendo, portanto, legítima a custódia cautelar. Fundamentou-se, ainda, no art. 34, XX c/c art. 246, ambos do RISTJ, para negar provimento in limine.
Court Disposition
Nego provimento in limine ao recurso em habeas corpus.
Orders
- Dê-se ciência ao Ministério Público Federal.
- Publique-se e intimem-se.
Full Case Text
Judgment text and source record
Sign in to read
Sign in to read the full judgment text
Sign in to read the full judgment text. Downloads and additional research tools may depend on your plan.
Sign in to read the full judgment