RHC 129897 - DECISAO
Houve fundamentação idônea do decreto prisional baseada em elementos concretos constantes dos autos (modus operandi, troca de tiros com policiais, apreensão de armas e munições, risco à população), que demonstram gravidade concreta e periculosidade aptas a justificar a prisão preventiva para garantia da ordem pública nos termos do art. 312 do CPP; matérias não analisadas pelo Tribunal a quo (ex.: art. 580 do CPP) não podem ser conhecidas nesta instância por supressão de instância, de modo que não há flagrante ilegalidade a autorizar a concessão da ordem.
- Parties
- Recorrente: JOÃO MARCOS DE SOUSA RABELO; Recorrido: Tribunal de Justiça do Estado do Ceará; Manifestante: Ministério Público Federal
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 02 February 2021
- Procedural Posture
- Recurso Ordinário Em Habeas Corpus / Decisão Monocrática De Relator No Superior Tribunal De Justiça Negado Provimento
- Outcome
- Nego provimento ao recurso ordinário em habeas corpus
- Legal Topics
- Prisão Preventiva, Porte Ilegal De Arma De Fogo, Art. 16 Da Lei N. 10.826/2003, Art. 312 Do CPP, Medidas Cautelares (art. 319 Do Cpp), Supressão De Instância
Case Brief
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Parties
JOÃO MARCOS DE SOUSA RABELO
Recorrente
Tribunal de Justiça do Estado do Ceará
Recorrido
Ministério Público Federal
Manifestante
Procedural Posture
Recurso Ordinário Em Habeas Corpus / Decisão Monocrática De Relator No Superior Tribunal De Justiça Negado Provimento
Legal Issues
- 1 legalidade e fundamentação do decreto de prisão preventiva
- 2 possibilidade de substituição da prisão preventiva por medidas cautelares
- 3 incidência do art. 580 do CPP e Recomendação n.62 do CNJ (supressão de instância)
Ratio Decidendi
Houve fundamentação idônea do decreto prisional baseada em elementos concretos constantes dos autos (modus operandi, troca de tiros com policiais, apreensão de armas e munições, risco à população), que demonstram gravidade concreta e periculosidade aptas a justificar a prisão preventiva para garantia da ordem pública nos termos do art. 312 do CPP; matérias não analisadas pelo Tribunal a quo (ex.: art. 580 do CPP) não podem ser conhecidas nesta instância por supressão de instância, de modo que não há flagrante ilegalidade a autorizar a concessão da ordem.
Court Disposition
Nego provimento ao recurso ordinário em habeas corpus
Orders
- Nego provimento ao recurso ordinário em habeas corpus.
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