HC 636740 - DECISAO

HC 636740 - DECISAO

Com o término do mandato de prefeito cessou a prerrogativa de foro, motivo pelo qual os autos foram remetidos ao juízo competente da 1ª Vara Criminal Especializada da Capital/RJ, que deverá ratificar ou não os atos decisórios praticados em segunda instância; em razão dessa superveniência de competência e com fundamento no art. 34, inciso XX, do Regimento Interno do STJ, o habeas corpus foi julgado prejudicado.

Parties
Paciente: MARCELO BEZERRA CRIVELA; Autoridade Coatora: Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro; Relatora/autoridade Coatora: Desembargadora Rosa Helena Macedo Guita; Corréu: Mauro Macedo; Corréu: Adenor Gonçalves dos Santos; Corréu: José Fernando Moraes Alves
Court
Superior Tribunal de Justiça
Jurisdiction
Brazil
Judgment Date
04 February 2021
Procedural Posture
Habeas Corpus / Decisão Prejudicada; Autos Remetidos À 1ª Vara Criminal Especializada Da Capital/rj Para Reanálise Das Medidas Cautelares
Legal Topics
Prisão Preventiva, Prisão Domiciliar, Afastamento Cautelar Do Cargo, Foro Por Prerrogativa De Função, Declinação De Competência

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Parties

MARCELO BEZERRA CRIVELA

Paciente

Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro

Autoridade Coatora

Desembargadora Rosa Helena Macedo Guita

Relatora/autoridade Coatora

Mauro Macedo

Corréu

Adenor Gonçalves dos Santos

Corréu

José Fernando Moraes Alves

Corréu

Procedural Posture

Habeas Corpus / Decisão Prejudicada; Autos Remetidos À 1ª Vara Criminal Especializada Da Capital/rj Para Reanálise Das Medidas Cautelares

  1. 1 validação/ratificação da prisão preventiva decretada em segunda instância após término do mandato
  2. 2 competência para apreciação das medidas cautelares em face da perda da prerrogativa de foro
  3. 3 possibilidade de revogação do afastamento cautelar do cargo

Ratio Decidendi

Com o término do mandato de prefeito cessou a prerrogativa de foro, motivo pelo qual os autos foram remetidos ao juízo competente da 1ª Vara Criminal Especializada da Capital/RJ, que deverá ratificar ou não os atos decisórios praticados em segunda instância; em razão dessa superveniência de competência e com fundamento no art. 34, inciso XX, do Regimento Interno do STJ, o habeas corpus foi julgado prejudicado.