RHC 131573 - DECISAO
Conheceu-se parcialmente do recurso e, no mérito dessa parte, considerou-se que a prisão preventiva foi devidamente fundamentada com base no art. 312 do CPP, em razão da gravidade concreta do delito, do modus operandi (seis disparos de arma de fogo contra a vítima), da reiteração delitiva do paciente e do risco concreto à instrução criminal e à ordem pública; as questões relativas à nulidade do reconhecimento fotográfico/pessoal não foram examinadas pelo Tribunal de origem, impedindo a sua análise nesta Corte por supressão de instância, razão pela qual não se reconheceu constrangimento ilegal e o recurso foi negado provimento.
- Parties
- Paciente/recorrente: RUAN AUGUSTO DA SILVA MARCELINO; Tribunal De Origem/impugnado: Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo; Vítima: Marcus Vinicius Gomes da Silva
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 01 March 2021
- Procedural Posture
- Recurso Ordinário Em Habeas Corpus / Decisão De Mérito No Superior Tribunal De Justiça (conhecimento Parcial E Denegação)
- Outcome
- conheço em parte do recurso e, nessa extensão, nego-lhe provimento
- Legal Topics
- Prisão Preventiva, Fundamentação Das Decisões, Reconhecimento Testemunhal/fotográfico, Supressão De Instância, Reiteração Delitiva, Garantia Da Ordem Pública, Conveniência Da Instrução, Medidas Cautelares Alternativas
Case Brief
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Parties
RUAN AUGUSTO DA SILVA MARCELINO
Paciente/recorrente
Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo
Tribunal De Origem/impugnado
Marcus Vinicius Gomes da Silva
Vítima
Procedural Posture
Recurso Ordinário Em Habeas Corpus / Decisão De Mérito No Superior Tribunal De Justiça (conhecimento Parcial E Denegação)
Legal Issues
- 1 ausência ou suficiência de fundamentação idônea para o decreto de prisão preventiva
- 2 presença dos requisitos do art. 312 do CPP
- 3 possível nulidade/irregularidade do reconhecimento fotográfico e pessoal e supressão de instância para sua análise
Ratio Decidendi
Conheceu-se parcialmente do recurso e, no mérito dessa parte, considerou-se que a prisão preventiva foi devidamente fundamentada com base no art. 312 do CPP, em razão da gravidade concreta do delito, do modus operandi (seis disparos de arma de fogo contra a vítima), da reiteração delitiva do paciente e do risco concreto à instrução criminal e à ordem pública; as questões relativas à nulidade do reconhecimento fotográfico/pessoal não foram examinadas pelo Tribunal de origem, impedindo a sua análise nesta Corte por supressão de instância, razão pela qual não se reconheceu constrangimento ilegal e o recurso foi negado provimento.
Court Disposition
conheço em parte do recurso e, nessa extensão, nego-lhe provimento
Orders
- Conheço em parte do recurso e, nessa extensão, nego-lhe provimento.
- Publique-se.
Full Case Text
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