RHC 143229 - DECISAO

RHC 143229 - DECISAO

Em juízo sumário não se verificou ilegalidade manifesta na prisão preventiva; os elementos constantes dos autos indicam preenchimento dos requisitos do art. 312 do CPP (indícios de autoria, materialidade e periculosidade) e a gravidade concreta do delito (homicídio qualificado) justifica a manutenção da segregação cautelar; não há prova de que a paciente integra grupo de risco à COVID-19 e a condição de genitora não autoriza automaticamente a prisão domiciliar; portanto, a liminar foi indeferida e determinou-se a coleta de informações para exame definitivo.

Parties
Paciente/recorrente: PRISCILA AYRES PEREIRA RAMOS; Tribunal De Origem: TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL
Court
Superior Tribunal de Justiça
Jurisdiction
Brazil
Judgment Date
05 March 2021
Procedural Posture
Recurso Ordinário Em Habeas Corpus / Liminar Indeferida; Solicitação De Informações Ao Juízo De Origem E Ao Tribunal De Segunda Instância; Remessa Ao Ministério Público Federal Para Prosseguimento
Outcome
liminar indeferida
Legal Topics
Prisão Preventiva, Homicídio Qualificado, Excesso De Prazo, Prisão Domiciliar, Medidas Cautelares Diversas Da Prisão, Pandemia/saúde Pública (covid 19)

Case Brief

Summary, issues, holding and outcome

More case intelligence is available

Unlock the full research layer for this judgment.

Full judgment text Downloadable case file Legal principles 6 Authorities cited 12 Party arguments 2 Amounts and remedies 2
Sign in to unlock

Parties

PRISCILA AYRES PEREIRA RAMOS

Paciente/recorrente

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL

Tribunal De Origem

Procedural Posture

Recurso Ordinário Em Habeas Corpus / Liminar Indeferida; Solicitação De Informações Ao Juízo De Origem E Ao Tribunal De Segunda Instância; Remessa Ao Ministério Público Federal Para Prosseguimento

  1. 1 legalidade da prisão preventiva
  2. 2 fundamentação idônea da decisão que decretou prisão preventiva
  3. 3 excesso de prazo da custódia

Ratio Decidendi

Em juízo sumário não se verificou ilegalidade manifesta na prisão preventiva; os elementos constantes dos autos indicam preenchimento dos requisitos do art. 312 do CPP (indícios de autoria, materialidade e periculosidade) e a gravidade concreta do delito (homicídio qualificado) justifica a manutenção da segregação cautelar; não há prova de que a paciente integra grupo de risco à COVID-19 e a condição de genitora não autoriza automaticamente a prisão domiciliar; portanto, a liminar foi indeferida e determinou-se a coleta de informações para exame definitivo.

Court Disposition

liminar indeferida

Orders

  • Indefere-se a liminar.
  • Solicitem-se informações ao Juízo de primeiro grau, inclusive cópias de decisões sobre pedidos de revogação/relaxamento da prisão preventiva.