RHC 143652 - DECISAO
A decisão do Superior Tribunal de Justiça não conheceu do habeas corpus porque a prisão preventiva do recorrente está fundamentada concretamente nos termos do art. 312 do CPP: há indícios de autoria e materialidade decorrentes de interceptações telefônicas e investigação que apontam que o paciente integraria organização criminosa hierarquizada e seria responsável pela revenda de entorpecentes; a quantidade e diversidade das drogas, a atuação em quadrilha e o risco à ordem pública justificam a custódia cautelar e afasta a aplicação de medidas cautelares diversas da prisão; ademais, o habeas corpus não é via adequada para reexaminar prova.
- Parties
- Paciente/recorrente: ADENILSON BATISTA AMORIM; Tribunal a Quo: Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais; Ministério Público: Ministério Público
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 12 March 2021
- Procedural Posture
- Recurso Em Habeas Corpus / Recurso Em Habeas Corpus Interposto Ao Stj; Habeas Corpus Não Conhecido
- Outcome
- Habeas corpus não conhecido
- Legal Topics
- Prisão Preventiva, Tráfico De Drogas, Associação Para O Tráfico, Organização Criminosa, Medidas Cautelares Diversas Da Prisão, Interceptação Telefônica, Reexame De Prova Incabível Em Habeas Corpus, Garantia Da Ordem Pública
Case Brief
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Parties
ADENILSON BATISTA AMORIM
Paciente/recorrente
Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais
Tribunal a Quo
Ministério Público
Ministério Público
Procedural Posture
Recurso Em Habeas Corpus / Recurso Em Habeas Corpus Interposto Ao Stj; Habeas Corpus Não Conhecido
Legal Issues
- 1 legalidade da prisão preventiva
- 2 fundamentação concreta exigida pelo art. 312 do CPP
- 3 possibilidade de substituição por medidas cautelares diversas da prisão
Ratio Decidendi
A decisão do Superior Tribunal de Justiça não conheceu do habeas corpus porque a prisão preventiva do recorrente está fundamentada concretamente nos termos do art. 312 do CPP: há indícios de autoria e materialidade decorrentes de interceptações telefônicas e investigação que apontam que o paciente integraria organização criminosa hierarquizada e seria responsável pela revenda de entorpecentes; a quantidade e diversidade das drogas, a atuação em quadrilha e o risco à ordem pública justificam a custódia cautelar e afasta a aplicação de medidas cautelares diversas da prisão; ademais, o habeas corpus não é via adequada para reexaminar prova.
Court Disposition
Habeas corpus não conhecido
Orders
- Não conheço do habeas corpus
- Publique-se
Full Case Text
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