HC 605737 - DECISAO
O Tribunal não conheceu do habeas corpus por se tratar de substitutivo de recurso próprio e, no exame de mérito, verificou ausência de flagrante ilegalidade: a prisão preventiva restou devidamente fundamentada em elementos concretos que demonstram periculosidade, modus operandi e risco de reiteração, atendendo aos critérios do art. 312 do CPP; a alegação de excesso de prazo foi prejudicada pela prolação da sentença condenatória (Súmula 52/STJ); e não foi comprovado que o paciente fosse único responsável pelos cuidados da filha, de modo que a prisão domiciliar prevista no art. 318 do CPP não se mostrou adequada.
- Parties
- Paciente: PEDRO LUIS BAPTISTA; Órgão Prolator Do Acórdão Impugnado (hc N. 2140592 65.2020.8.26.0000): TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 22 March 2021
- Procedural Posture
- Habeas Corpus Substitutivo De Recurso Próprio / Não Conhecido (habeas Corpus Substitutivo); Decisão De Mérito Examinou Ausência De Flagrante Ilegalidade
- Outcome
- não conheço do presente habeas corpus
- Legal Topics
- Prisão Preventiva, Excesso De Prazo Na Formação Da Culpa, Prisão Domiciliar, Fundamentação Do Decreto Prisional, Medidas Cautelares, Presunção De Inocência, Art. 312 Do CPP, Art. 318 Do CPP, Súmula 52/stj
Case Brief
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Parties
PEDRO LUIS BAPTISTA
Paciente
TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO
Órgão Prolator Do Acórdão Impugnado (hc N. 2140592 65.2020.8.26.0000)
Procedural Posture
Habeas Corpus Substitutivo De Recurso Próprio / Não Conhecido (habeas Corpus Substitutivo); Decisão De Mérito Examinou Ausência De Flagrante Ilegalidade
Legal Issues
- 1 cabimento de habeas corpus substitutivo de recurso próprio
- 2 excesso de prazo na formação da culpa
- 3 fundamentação concreta da prisão preventiva nos termos do art. 312 do CPP
Ratio Decidendi
O Tribunal não conheceu do habeas corpus por se tratar de substitutivo de recurso próprio e, no exame de mérito, verificou ausência de flagrante ilegalidade: a prisão preventiva restou devidamente fundamentada em elementos concretos que demonstram periculosidade, modus operandi e risco de reiteração, atendendo aos critérios do art. 312 do CPP; a alegação de excesso de prazo foi prejudicada pela prolação da sentença condenatória (Súmula 52/STJ); e não foi comprovado que o paciente fosse único responsável pelos cuidados da filha, de modo que a prisão domiciliar prevista no art. 318 do CPP não se mostrou adequada.
Court Disposition
não conheço do presente habeas corpus
Orders
- Publique-se.
- Intimem-se.
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