RHC 144808 - ACORDAO
Negou-se provimento ao agravo regimental porque a decisão monocrática é admissível diante de jurisprudência pacífica e porque a manutenção da prisão preventiva do paciente está devidamente fundamentada nos termos do art. 312 do CPP: prova da materialidade e indícios suficientes da autoria, além da imprescindibilidade da medida diante da periculosidade demonstrada (integração em organização criminosa, papel de piloto e responsável pela logística, preparação de hangares para ocultação de droga, indícios de lavagem de ativos, tentativa de eliminar provas e risco concreto de reiteração). As medidas cautelares diversas da prisão foram consideradas insuficientes para garantir a ordem pública e...
- Parties
- Paciente/recorrente: VICTOR ANDRE HOLANDA PESSOA; Impetrante: EDUARDO SILVA DE ARAÚJO; Autoridade Coatora: Juízo da 4ª Vara Federal da Seção Judiciária de Recife/PE; Órgão Acusador: Ministério Público Federal
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 13 April 2021
- Procedural Posture
- Agravo Regimental Em Recurso Em Habeas Corpus / Julgado Pela Quinta Turma Do STJ Agravo Regimental Negado Provimento, Decisão Colegiada Que Manteve a Prisão Preventiva
- Outcome
- Agravo regimental improvido; mantida a decisão que negou provimento ao recurso em habeas corpus e a prisão preventiva do paciente.
- Legal Topics
- Prisão Preventiva, Tráfico Internacional De Drogas, Lavagem De Capitais, Organização Criminosa, Colegialidade, Medidas Cautelares, Contemporaneidade
Case Brief
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Parties
VICTOR ANDRE HOLANDA PESSOA
Paciente/recorrente
EDUARDO SILVA DE ARAÚJO
Impetrante
Juízo da 4ª Vara Federal da Seção Judiciária de Recife/PE
Autoridade Coatora
Ministério Público Federal
Órgão Acusador
Procedural Posture
Agravo Regimental Em Recurso Em Habeas Corpus / Julgado Pela Quinta Turma Do STJ Agravo Regimental Negado Provimento, Decisão Colegiada Que Manteve a Prisão Preventiva
Legal Issues
- 1 possibilidade de decisão monocrática em habeas corpus
- 2 requisitos para decretação e manutenção da prisão preventiva (art. 312 CPP)
- 3 contemporaneidade e necessidade de fundamentação concreta (Lei n.13.964/2019)
Ratio Decidendi
Negou-se provimento ao agravo regimental porque a decisão monocrática é admissível diante de jurisprudência pacífica e porque a manutenção da prisão preventiva do paciente está devidamente fundamentada nos termos do art. 312 do CPP: prova da materialidade e indícios suficientes da autoria, além da imprescindibilidade da medida diante da periculosidade demonstrada (integração em organização criminosa, papel de piloto e responsável pela logística, preparação de hangares para ocultação de droga, indícios de lavagem de ativos, tentativa de eliminar provas e risco concreto de reiteração). As medidas cautelares diversas da prisão foram consideradas insuficientes para garantir a ordem pública e...
Court Disposition
Agravo regimental improvido; mantida a decisão que negou provimento ao recurso em habeas corpus e a prisão preventiva do paciente.
Orders
- Negar provimento ao agravo regimental.
- Manter a custódia preventiva do paciente determinada pelo juízo de origem.
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