HC 660200 - DECISAO
Não se constatou flagrante ilegalidade que autorizasse o conhecimento do habeas corpus; a prisão preventiva foi fundamentada com base no art. 312 do CPP por prova da materialidade e indícios de autoria, gravidade concreta do fato (uso de arma, restrição de liberdade de vítima idosa, concurso de agentes), e pela reincidência específica da paciente, além de inexistir identidade fático-processual com corrés beneficiadas que justificasse a extensão do art. 580 do CPP. Assim, manteve-se a decisão de não conhecer do habeas corpus.
- Parties
- Paciente: CLAUDIA PATRICIA DA SILVA; Autoridade Coatora: Tribunal de Justiça do Estado do Paraná; Denunciada: ANA CRISTINA DOS ANJOS; Denunciado: LEONARDO CELESTINO DA SILVA DE LIMA; Denunciado: WILLY HENRIQUE GONÇALVES BARROS; Corré: CAMILLA ALVES DA COSTA; Corré: JULIANA CAROLINA DO AMARAL; Vítima: Elizabete Bittencourt de Oliveira
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 22 April 2021
- Procedural Posture
- Habeas Corpus / Não Conhecido
- Outcome
- não conheço do habeas corpus
- Legal Topics
- Prisão Preventiva, Habeas Corpus, Extensão De Efeitos (art.580 Cpp), Reincidência, Modus Operandi
Case Brief
Summary, issues, holding and outcome
More case intelligence is available
Unlock the full research layer for this judgment.
Parties
CLAUDIA PATRICIA DA SILVA
Paciente
Tribunal de Justiça do Estado do Paraná
Autoridade Coatora
ANA CRISTINA DOS ANJOS
Denunciada
LEONARDO CELESTINO DA SILVA DE LIMA
Denunciado
WILLY HENRIQUE GONÇALVES BARROS
Denunciado
CAMILLA ALVES DA COSTA
Corré
JULIANA CAROLINA DO AMARAL
Corré
Elizabete Bittencourt de Oliveira
Vítima
Procedural Posture
Habeas Corpus / Não Conhecido
Legal Issues
- 1 presença dos requisitos do art. 312 do CPP para decretação da prisão preventiva
- 2 possibilidade de extensão dos efeitos da decisão a corréus nos termos do art. 580 do CPP
- 3 cabimento de habeas corpus substitutivo de recurso próprio
Ratio Decidendi
Não se constatou flagrante ilegalidade que autorizasse o conhecimento do habeas corpus; a prisão preventiva foi fundamentada com base no art. 312 do CPP por prova da materialidade e indícios de autoria, gravidade concreta do fato (uso de arma, restrição de liberdade de vítima idosa, concurso de agentes), e pela reincidência específica da paciente, além de inexistir identidade fático-processual com corrés beneficiadas que justificasse a extensão do art. 580 do CPP. Assim, manteve-se a decisão de não conhecer do habeas corpus.
Court Disposition
não conheço do habeas corpus
Orders
- Publique-se.
- Intime-se.
Full Case Text
Judgment text and source record
Sign in to read
Sign in to read the full judgment text
Sign in to read the full judgment text. Downloads and additional research tools may depend on your plan.
Sign in to read the full judgment