HC 591756 - DECISAO

HC 591756 - DECISAO

Não conheço do habeas corpus por se tratar de impetração substitutiva de recurso próprio; subsidiariamente, verifica-se que não há constrangimento ilegal a ser sanado: a manutenção da prisão preventiva está fundamentada em fatos concretos e risco de reiteração delitiva, não houve comprovação documental de comorbidade que enquadre os pacientes no grupo de risco previsto na Recomendação n.62/2020 do CNJ, e a prolação de sentença condenatória (encerramento da instrução) afasta a alegação de excesso de prazo conforme Súmula n.52 do STJ.

Parties
Paciente: FELIPE GRAF; Paciente: JEFERSON DE FREITAS; Paciente: CHARLES JOSÉ DA SILVA; Paciente: DIEGO FERNANDO GRILLO; Paciente: ROBISON FERNANDO ADAM; Paciente: TIAGO VICENTE DIAS
Court
Superior Tribunal de Justiça
Jurisdiction
Brazil
Judgment Date
23 April 2021
Procedural Posture
Habeas Corpus / Não Conhecimento (habeas Substitutivo De Recurso Próprio)
Outcome
não conheço do habeas corpus
Legal Topics
Prisão Preventiva, Prisão Domiciliar, Excesso De Prazo, Pandemia De COVID 19, Recomendação N. 62/2020 (cnj), Reiteração Delitiva

Case Brief

Summary, issues, holding and outcome

More case intelligence is available

Unlock the full research layer for this judgment.

Full judgment text Downloadable case file Legal principles 5 Authorities cited 8 Party arguments 2 Amounts and remedies 9
Sign in to unlock

Parties

FELIPE GRAF

Paciente

JEFERSON DE FREITAS

Paciente

CHARLES JOSÉ DA SILVA

Paciente

DIEGO FERNANDO GRILLO

Paciente

ROBISON FERNANDO ADAM

Paciente

TIAGO VICENTE DIAS

Paciente

Procedural Posture

Habeas Corpus / Não Conhecimento (habeas Substitutivo De Recurso Próprio)

  1. 1 substituição da prisão preventiva por prisão domiciliar em razão da pandemia de COVID-19
  2. 2 alegação de excesso de prazo para formação da culpa/encerramento da instrução
  3. 3 aplicação da Recomendação n.62/2020 do CNJ

Ratio Decidendi

Não conheço do habeas corpus por se tratar de impetração substitutiva de recurso próprio; subsidiariamente, verifica-se que não há constrangimento ilegal a ser sanado: a manutenção da prisão preventiva está fundamentada em fatos concretos e risco de reiteração delitiva, não houve comprovação documental de comorbidade que enquadre os pacientes no grupo de risco previsto na Recomendação n.62/2020 do CNJ, e a prolação de sentença condenatória (encerramento da instrução) afasta a alegação de excesso de prazo conforme Súmula n.52 do STJ.

Court Disposition

não conheço do habeas corpus

Orders

  • Publique-se.
  • Intimem-se.