RHC 142004 - DECISAO
Conheceu-se parcialmente do recurso ordinário e, na parte conhecida, negou-se provimento porque o excesso de prazo para formação da culpa não restou configurado diante da complexidade do feito, da pluralidade de réus, das diligências realizadas (incluindo cartas precatórias e audiência designada), da situação de foragido do recorrido e da suspensão de prazos em razão da pandemia; matérias não enfrentadas pelo Tribunal a quo (ausência de fundamentação do decreto prisional e pedido de extensão de benefício) não puderam ser conhecidas para evitar supressão de instância, devendo o pedido de extensão ser apreciado inicialmente pelo órgão que concedeu a benesse.
- Parties
- Recorrente: JOSE LUIZ DA CRUZ GONÇALVES; Órgão a Quo: Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais; Interveniente: Ministério Público Federal
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 27 April 2021
- Procedural Posture
- Recurso Ordinário Em Habeas Corpus / Julgamento De Recurso Ordinário Em Habeas Corpus (decisão Monocrática)
- Legal Topics
- Prisão Preventiva, Excesso De Prazo Para Formação Da Culpa, Habeas Corpus, Extensão De Benefício (art. 580 Cpp)
Case Brief
Summary, issues, holding and outcome
More case intelligence is available
Unlock the full research layer for this judgment.
Parties
JOSE LUIZ DA CRUZ GONÇALVES
Recorrente
Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais
Órgão a Quo
Ministério Público Federal
Interveniente
Procedural Posture
Recurso Ordinário Em Habeas Corpus / Julgamento De Recurso Ordinário Em Habeas Corpus (decisão Monocrática)
Legal Issues
- 1 excesso de prazo para a formação da culpa
- 2 ausência de fundamentação do decreto prisional
- 3 possibilidade de substituição da prisão preventiva por medidas cautelares (art. 319 CPP)
Ratio Decidendi
Conheceu-se parcialmente do recurso ordinário e, na parte conhecida, negou-se provimento porque o excesso de prazo para formação da culpa não restou configurado diante da complexidade do feito, da pluralidade de réus, das diligências realizadas (incluindo cartas precatórias e audiência designada), da situação de foragido do recorrido e da suspensão de prazos em razão da pandemia; matérias não enfrentadas pelo Tribunal a quo (ausência de fundamentação do decreto prisional e pedido de extensão de benefício) não puderam ser conhecidas para evitar supressão de instância, devendo o pedido de extensão ser apreciado inicialmente pelo órgão que concedeu a benesse.
Full Case Text
Judgment text and source record
Sign in to read
Sign in to read the full judgment text
Sign in to read the full judgment text. Downloads and additional research tools may depend on your plan.
Sign in to read the full judgment