HC 600789 - DECISAO
Não conhecer do habeas corpus pois não se verifica flagrante ilegalidade: a prisão preventiva encontra-se fundamentada com base nos requisitos do art.312 do CPP (garantia da ordem pública, risco de reiteração, periculosidade e gravidade do delito); não há excesso de prazo imputável à acusação ou ao Poder Judiciário, pois o processo aguarda carta precatória; a revisão a cada 90 dias não tem caráter peremptório; e não cabe substituir o recurso próprio por habeas corpus na ausência de ilegalidade manifesta.
- Parties
- Paciente: GEOVANE PEREIRA DA CRUZ; Órgão Prolator Do Acórdão: Tribunal de Justiça do Estado do Tocantins; Órgão Ministerial: Ministério Público Federal
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 19 May 2021
- Procedural Posture
- Habeas Corpus / Decisão No Superior Tribunal De Justiça (não Conhecido)
- Outcome
- habeas corpus não conhecido
- Legal Topics
- Prisão Preventiva, Excesso De Prazo, Contemporaneidade Da Custódia, Reavaliação Da Custódia Cautelar a Cada 90 Dias, Medidas Cautelares Alternativas, Competência Para Habeas Corpus Versus Recurso Ordinário
Case Brief
Summary, issues, holding and outcome
More case intelligence is available
Unlock the full research layer for this judgment.
Parties
GEOVANE PEREIRA DA CRUZ
Paciente
Tribunal de Justiça do Estado do Tocantins
Órgão Prolator Do Acórdão
Ministério Público Federal
Órgão Ministerial
Procedural Posture
Habeas Corpus / Decisão No Superior Tribunal De Justiça (não Conhecido)
Legal Issues
- 1 presença dos requisitos para decretação e manutenção da prisão preventiva (art. 312 do CPP)
- 2 alegação de excesso de prazo para formação da culpa
- 3 alegação de ausência de contemporaneidade/revisão a cada 90 dias (art. 316, parágrafo único, CPP)
Ratio Decidendi
Não conhecer do habeas corpus pois não se verifica flagrante ilegalidade: a prisão preventiva encontra-se fundamentada com base nos requisitos do art.312 do CPP (garantia da ordem pública, risco de reiteração, periculosidade e gravidade do delito); não há excesso de prazo imputável à acusação ou ao Poder Judiciário, pois o processo aguarda carta precatória; a revisão a cada 90 dias não tem caráter peremptório; e não cabe substituir o recurso próprio por habeas corpus na ausência de ilegalidade manifesta.
Court Disposition
habeas corpus não conhecido
Orders
- Não conhecer do habeas corpus
- Publique-se
Full Case Text
Judgment text and source record
Sign in to read
Sign in to read the full judgment text
Sign in to read the full judgment text. Downloads and additional research tools may depend on your plan.
Sign in to read the full judgment