RHC 147689 - DECISAO
A manutenção da prisão preventiva foi considerada devidamente fundamentada em elementos concretos constantes nos autos (gravidade dos fatos, periculosidade, promessa de recompensa, confissão parcial e risco de fuga) e não se configurou excesso de prazo injustificado, diante da complexidade do feito e da pendência de cartas precatórias e interrogatório; diante de entendimento dominante da Corte, o relator negou provimento ao recurso.
- Parties
- Recorrente: ANTÔNIO MARCOS SANDES CARVALHO; Órgão Recorrido: Tribunal de Justiça do Estado do Pará; Corréu: GILENO FARIAS OSMAR
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 31 May 2021
- Procedural Posture
- Recurso Ordinário Em Habeas Corpus / Decisão Monocrática (nega Provimento)
- Legal Topics
- Prisão Preventiva, Excesso De Prazo Na Formação Da Culpa, Habeas Corpus, Medidas Cautelares Diversas Da Prisão, Tribunal Do Júri, Carta Precatória, Interrogatório
Case Brief
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Parties
ANTÔNIO MARCOS SANDES CARVALHO
Recorrente
Tribunal de Justiça do Estado do Pará
Órgão Recorrido
GILENO FARIAS OSMAR
Corréu
Procedural Posture
Recurso Ordinário Em Habeas Corpus / Decisão Monocrática (nega Provimento)
Legal Issues
- 1 legalidade e fundamentação da prisão preventiva
- 2 possibilidade de substituição da prisão por medidas cautelares (art. 319)
- 3 excesso de prazo para formação da culpa
Ratio Decidendi
A manutenção da prisão preventiva foi considerada devidamente fundamentada em elementos concretos constantes nos autos (gravidade dos fatos, periculosidade, promessa de recompensa, confissão parcial e risco de fuga) e não se configurou excesso de prazo injustificado, diante da complexidade do feito e da pendência de cartas precatórias e interrogatório; diante de entendimento dominante da Corte, o relator negou provimento ao recurso.
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