HC 667164 - DECISAO
O relator não conheceu do habeas corpus por se tratar de mandamus substitutivo de recurso ordinário, nos termos do art. 34, XVIII, b, do RISTJ e da jurisprudência dominante; examinando subsidiariamente o mérito, concluiu que a prisão preventiva do paciente estava devidamente fundamentada em elementos concretos (modus operandi, emprego de arma, concurso de agentes, presença de criança/adolescente, indícios de reiteração delitiva) e que não houve excesso de prazo demonstrado, considerando a análise casuística e o princípio da razoabilidade, especialmente diante da pandemia, razão pela qual não se reconheceu constrangimento ilegal e a ordem foi denegada.
- Parties
- Paciente: MARCOS VINÍCIUS TASCHETTO BIAZUS; Tribunal a Quo: Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Sul; Parte Interessada/manifestante: Ministério Público Federal
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 04 June 2021
- Procedural Posture
- Habeas Corpus Substitutivo De Recurso Ordinário / Decisão No Superior Tribunal De Justiça (relator Não Conhece Do Writ; Na Parte Conhecida, Denega a Ordem)
- Outcome
- não conheço do habeas corpus
- Legal Topics
- Prisão Preventiva, Excesso De Prazo Na Formação Da Culpa, Fundamentação Do Decreto Prisional, Medidas Cautelares Diversas Da Prisão, Admissibilidade De Habeas Corpus Substitutivo
Case Brief
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Parties
MARCOS VINÍCIUS TASCHETTO BIAZUS
Paciente
Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Sul
Tribunal a Quo
Ministério Público Federal
Parte Interessada/manifestante
Procedural Posture
Habeas Corpus Substitutivo De Recurso Ordinário / Decisão No Superior Tribunal De Justiça (relator Não Conhece Do Writ; Na Parte Conhecida, Denega a Ordem)
Legal Issues
- 1 admissibilidade de habeas corpus substitutivo de recurso ordinário
- 2 ausência de fundamentação concreta no decreto prisional
- 3 excesso de prazo na formação da culpa (nonagesimal/razoabilidade)
Ratio Decidendi
O relator não conheceu do habeas corpus por se tratar de mandamus substitutivo de recurso ordinário, nos termos do art. 34, XVIII, b, do RISTJ e da jurisprudência dominante; examinando subsidiariamente o mérito, concluiu que a prisão preventiva do paciente estava devidamente fundamentada em elementos concretos (modus operandi, emprego de arma, concurso de agentes, presença de criança/adolescente, indícios de reiteração delitiva) e que não houve excesso de prazo demonstrado, considerando a análise casuística e o princípio da razoabilidade, especialmente diante da pandemia, razão pela qual não se reconheceu constrangimento ilegal e a ordem foi denegada.
Court Disposition
não conheço do habeas corpus
Orders
- Publique-se e intime-se
- Não conhecer do writ; na parte conhecida, denegar a ordem
Full Case Text
Judgment text and source record
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