HC 677043 - DECISAO
Houve prova da materialidade e indícios de autoria (fumus commissi delicti) e demonstração do periculum libertatis em razão da gravidade concreta do roubo majorado (uso de arma de fogo, modus operandi) e da reiteração delitiva na região, de modo que a prisão preventiva, por estar fundamentada nos termos do art. 312 do CPP e por ser necessária para garantia da ordem pública, mostrou-se adequada e insuscetível de substituição por medidas cautelares diversas; a contemporaneidade foi devidamente justificada pela continuidade das investigações e pela posterior oferta da denúncia com pedido de custódia; assim, o habeas corpus foi denegado.
- Parties
- Paciente: VANDERSON DA SILVA ANDRADE; Corréu: BRUNO HENRIQUE DE CASTRO TOLOTTO; Autoridade Coatora: Tribunal de Justiça do Estado do Paraná; Manifestante: Ministério Público Federal
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 31 August 2021
- Procedural Posture
- Habeas Corpus / Decisão Denegatória (ordem Denegada)
- Outcome
- habeas corpus denegado
- Legal Topics
- Prisão Preventiva, Contemporaneidade, Garantia Da Ordem Pública, Medidas Cautelares Diversas (art. 319 Cpp), Fumus Commissi Delicti, Periculum Libertatis, Reiteração Delitiva, Modus Operandi, Uso De Arma De Fogo
Case Brief
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Parties
VANDERSON DA SILVA ANDRADE
Paciente
BRUNO HENRIQUE DE CASTRO TOLOTTO
Corréu
Tribunal de Justiça do Estado do Paraná
Autoridade Coatora
Ministério Público Federal
Manifestante
Procedural Posture
Habeas Corpus / Decisão Denegatória (ordem Denegada)
Legal Issues
- 1 presença dos requisitos para decretação da prisão preventiva nos termos do art. 312 do CPP
- 2 contemporaneidade entre o fato e a decretação da prisão preventiva
- 3 se medidas cautelares diversas (art. 319 CPP) seriam suficientes
Ratio Decidendi
Houve prova da materialidade e indícios de autoria (fumus commissi delicti) e demonstração do periculum libertatis em razão da gravidade concreta do roubo majorado (uso de arma de fogo, modus operandi) e da reiteração delitiva na região, de modo que a prisão preventiva, por estar fundamentada nos termos do art. 312 do CPP e por ser necessária para garantia da ordem pública, mostrou-se adequada e insuscetível de substituição por medidas cautelares diversas; a contemporaneidade foi devidamente justificada pela continuidade das investigações e pela posterior oferta da denúncia com pedido de custódia; assim, o habeas corpus foi denegado.
Court Disposition
habeas corpus denegado
Orders
- Ordem denegada
- Publique-se
Full Case Text
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