RHC 146387 - DECISAO
Conheceu-se parcialmente do recurso e negou-se provimento porque a alegação de excesso de prazo ficou prejudicada pela superveniência de sentença condenatória, não se demonstrou nulidade por violação à paridade de armas visto que o juízo apenas requereu esclarecimento ao Ministério Público sem inovar a prova, e foi firmado o entendimento de que o juiz pode determinar diligências nos termos do art. 156, II, do CPP; ademais, pedido de extensão de benefício a corré é matéria de competência do juízo que concedeu a soltura.
- Parties
- Paciente/recorrente: ALEXSANDRO DE SOUZA FERREIRA; Órgão Julgador a Quo: TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO; Órgão Ministerial/parte Interveniente: MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 08 November 2021
- Procedural Posture
- Recurso Ordinário Em Habeas Corpus / Decisão Colegiada Pelo Superior Tribunal De Justiça (conhecimento Em Parte E Negar Provimento)
- Outcome
- Conheço em parte do recurso ordinário em habeas corpus e, na parte conhecida, nego-lhe provimento.
- Legal Topics
- Prisão Preventiva, Excesso De Prazo (formação De Culpa), Paridade De Armas, Sistema Acusatório, Diligências De Ofício, Extensão De Benefício (art. 580 Cpp)
Case Brief
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Parties
ALEXSANDRO DE SOUZA FERREIRA
Paciente/recorrente
TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO
Órgão Julgador a Quo
MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL
Órgão Ministerial/parte Interveniente
Procedural Posture
Recurso Ordinário Em Habeas Corpus / Decisão Colegiada Pelo Superior Tribunal De Justiça (conhecimento Em Parte E Negar Provimento)
Legal Issues
- 1 revogação da prisão preventiva
- 2 alegada violação ao princípio da paridade de armas por requerimento ministerial de produção de prova após alegações finais
- 3 alegação de excesso de prazo na formação da culpa
Ratio Decidendi
Conheceu-se parcialmente do recurso e negou-se provimento porque a alegação de excesso de prazo ficou prejudicada pela superveniência de sentença condenatória, não se demonstrou nulidade por violação à paridade de armas visto que o juízo apenas requereu esclarecimento ao Ministério Público sem inovar a prova, e foi firmado o entendimento de que o juiz pode determinar diligências nos termos do art. 156, II, do CPP; ademais, pedido de extensão de benefício a corré é matéria de competência do juízo que concedeu a soltura.
Court Disposition
Conheço em parte do recurso ordinário em habeas corpus e, na parte conhecida, nego-lhe provimento.
Orders
- Publique-se.
- Intimem-se.
Full Case Text
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