RHC 184672 - DECISAO
Conheceu-se do recurso, mas manteve-se a prisão preventiva porque o decreto não se baseou exclusivamente em reconhecimento possivelmente viciado; existiam provas autônomas de autoria e materialidade (res furtiva apreendida com o custodiado, drogas, bicicleta, depoimentos feitos logo após o fato) e a decisão motivou concretamente a necessidade da custódia para garantia da ordem pública, instrução criminal e aplicação da lei penal, em especial diante dos antecedentes do acusado e de sua saída temporária, configurando periculosidade e risco de reiteração delitiva (fundamentação idônea nos termos do art. 312 do CPP).
- Parties
- Recorrente / Paciente: ADRIANO MARQUES DE LIMA; Órgão Recorrido: Tribunal de Justiça do Estado do Pará; Interveniente (opina Pelo Desprovimento): Ministério Público Federal
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 15 March 2024
- Procedural Posture
- Recurso Ordinário Em Habeas Corpus / Julgado Pelo Superior Tribunal De Justiça (conhecimento E Decisão Sobre O Mérito)
- Outcome
- Conheço o recurso, mas nego-lhe provimento.
- Legal Topics
- Prisão Preventiva, Reconhecimento Pessoal E Fotográfico, Prova, Flagrante, Indícios De Autoria, Fundamentação Do Decreto Prisional, Saída Temporária/execução Penal
Case Brief
Summary, issues, holding and outcome
More case intelligence is available
Unlock the full research layer for this judgment.
Parties
ADRIANO MARQUES DE LIMA
Recorrente / Paciente
Tribunal de Justiça do Estado do Pará
Órgão Recorrido
Ministério Público Federal
Interveniente (opina Pelo Desprovimento)
Procedural Posture
Recurso Ordinário Em Habeas Corpus / Julgado Pelo Superior Tribunal De Justiça (conhecimento E Decisão Sobre O Mérito)
Legal Issues
- 1 ilegalidade do reconhecimento pessoal por ausência de auto de reconhecimento (art. 226 do CPP)
- 2 suficiência de fundamentação do decreto de prisão preventiva (art. 312 do CPP)
- 3 se reconhecimento viciado basta para afastar custódia preventiva
Ratio Decidendi
Conheceu-se do recurso, mas manteve-se a prisão preventiva porque o decreto não se baseou exclusivamente em reconhecimento possivelmente viciado; existiam provas autônomas de autoria e materialidade (res furtiva apreendida com o custodiado, drogas, bicicleta, depoimentos feitos logo após o fato) e a decisão motivou concretamente a necessidade da custódia para garantia da ordem pública, instrução criminal e aplicação da lei penal, em especial diante dos antecedentes do acusado e de sua saída temporária, configurando periculosidade e risco de reiteração delitiva (fundamentação idônea nos termos do art. 312 do CPP).
Court Disposition
Conheço o recurso, mas nego-lhe provimento.
Orders
- Conheço o recurso e nego-lhe provimento.
- Publique-se.
Full Case Text
Judgment text and source record
Sign in to read
Sign in to read the full judgment text
Sign in to read the full judgment text. Downloads and additional research tools may depend on your plan.
Sign in to read the full judgment