HC 810002 - DECISAO
Não se verificou flagrante ilegalidade na prisão preventiva decretada, pois as instâncias fundamentaram a medida com base no art.312 do CPP em razão do modus operandi e do contato do paciente com a família da vítima, o que poderia comprometer a instrução e a ordem pública; além disso, a pronúncia tornou prejudicada a alegação de excesso de prazo; por outro lado, em caráter oficioso, determinou-se que o juízo de primeiro grau proceda à avaliação periódica da medida cautelar e eventual excesso de prazo nos termos do art.316 do CPP.
- Parties
- Paciente: ALYSON DOUGLAS LIMA DASILVA; Autoridade Coatora: Tribunal de Justiça do Estado de Pernambuco - 1ª Câmara Criminal
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 30 April 2024
- Procedural Posture
- Habeas Corpus / Julgamento Em Habeas Corpus Na Terceira Seção Do Superior Tribunal De Justiça
- Outcome
- Não conheço do habeas corpus (impetração não conhecida/denegada), mas concedo de ofício a ordem para determinar reavaliação periódica da medida cautelar e eventual excesso de prazo nos termos do art.316 do CPP.
- Legal Topics
- Prisão Preventiva, Homicídio Qualificado, Excesso De Prazo, Medidas Cautelares, Habeas Corpus Substitutivo
Case Brief
Summary, issues, holding and outcome
More case intelligence is available
Unlock the full research layer for this judgment.
Parties
ALYSON DOUGLAS LIMA DASILVA
Paciente
Tribunal de Justiça do Estado de Pernambuco - 1ª Câmara Criminal
Autoridade Coatora
Procedural Posture
Habeas Corpus / Julgamento Em Habeas Corpus Na Terceira Seção Do Superior Tribunal De Justiça
Legal Issues
- 1 legalidade da prisão preventiva fundamentada no art.312 do CPP
- 2 questionamento da tipificação (homicídio qualificado vs lesão corporal seguida de morte)
- 3 alegação de excesso de prazo para formação da culpa
Ratio Decidendi
Não se verificou flagrante ilegalidade na prisão preventiva decretada, pois as instâncias fundamentaram a medida com base no art.312 do CPP em razão do modus operandi e do contato do paciente com a família da vítima, o que poderia comprometer a instrução e a ordem pública; além disso, a pronúncia tornou prejudicada a alegação de excesso de prazo; por outro lado, em caráter oficioso, determinou-se que o juízo de primeiro grau proceda à avaliação periódica da medida cautelar e eventual excesso de prazo nos termos do art.316 do CPP.
Court Disposition
Não conheço do habeas corpus (impetração não conhecida/denegada), mas concedo de ofício a ordem para determinar reavaliação periódica da medida cautelar e eventual excesso de prazo nos termos do art.316 do CPP.
Orders
- Habeas corpus não conhecido/ordem denegada.
- Determinar que o juízo de primeiro grau faça avaliação periódica da medida cautelar e eventual excesso de prazo, nos termos do art.316 do Código de Processo Penal.
Full Case Text
Judgment text and source record
Sign in to read
Sign in to read the full judgment text
Sign in to read the full judgment text. Downloads and additional research tools may depend on your plan.
Sign in to read the full judgment