RHC 198432 - DECISAO
Havendo prova da materialidade e indícios suficientes de autoria e demonstrado periculum libertatis pela gravidade concreta do delito (modus operandi, pagamento para execução do crime, vulnerabilidade da vítima) e pelos maus antecedentes do paciente (condenação anterior e processo em curso), manteve-se a prisão preventiva como necessária à garantia da ordem pública; não se reconheceu ausência de contemporaneidade em razão de a denúncia e o decreto terem ocorrido em 9/2/2024 após investigação; medidas cautelares diversas foram consideradas insuficientes e a prisão domiciliar foi indeferida por falta de prova de que o paciente é o único responsável pelos cuidados da criança.
- Parties
- Paciente: PAULO ROBERTO DA SILVA FILHO; Corréu: ALEXSANDER DA GRAÇA SANTOS; Corréu: ALYSSON MICHAEL DA SILVEIRA MACENO; Corréu: FABIO LUIZ PADILHA; Ministério Público Federal: Ministério Público Federal
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 03 June 2024
- Procedural Posture
- Habeas Corpus / Decisão Denegatória (nego Provimento Ao Recurso Em Habeas Corpus)
- Outcome
- nego provimento ao recurso em habeas corpus.
- Legal Topics
- Prisão Preventiva, Contemporaneidade, Prisão Domiciliar, Reincidência, Garantia Da Ordem Pública
Case Brief
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Parties
PAULO ROBERTO DA SILVA FILHO
Paciente
ALEXSANDER DA GRAÇA SANTOS
Corréu
ALYSSON MICHAEL DA SILVEIRA MACENO
Corréu
FABIO LUIZ PADILHA
Corréu
Ministério Público Federal
Ministério Público Federal
Procedural Posture
Habeas Corpus / Decisão Denegatória (nego Provimento Ao Recurso Em Habeas Corpus)
Legal Issues
- 1 presença dos requisitos do art. 312 do CPP para decretação da prisão preventiva
- 2 alegada ausência de contemporaneidade entre os fatos e o decreto preventivo
- 3 possibilidade de substituição da prisão preventiva por medidas cautelares diversas
Ratio Decidendi
Havendo prova da materialidade e indícios suficientes de autoria e demonstrado periculum libertatis pela gravidade concreta do delito (modus operandi, pagamento para execução do crime, vulnerabilidade da vítima) e pelos maus antecedentes do paciente (condenação anterior e processo em curso), manteve-se a prisão preventiva como necessária à garantia da ordem pública; não se reconheceu ausência de contemporaneidade em razão de a denúncia e o decreto terem ocorrido em 9/2/2024 após investigação; medidas cautelares diversas foram consideradas insuficientes e a prisão domiciliar foi indeferida por falta de prova de que o paciente é o único responsável pelos cuidados da criança.
Court Disposition
nego provimento ao recurso em habeas corpus.
Orders
- Publique-se
- Intimem-se
Full Case Text
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