HC 888885 - DECISAO
Não se verificou ilegalidade manifesta; diligências policiais requisitadas pelo Ministério Público após o oferecimento da denúncia são admissíveis desde que haja oportunidade de contraditório e ampla defesa; a qualificação de depoentes como informantes ou testemunhas é matéria de valoração judicial e só enseja nulidade se demonstrado prejuízo concreto; a leitura, em juízo, de depoimentos extrajudiciais é possível desde que permitida a formulação de perguntas pelas partes; a atuação do magistrado ao inquirir testemunhas não implicou parcialidade vedadora; e a prisão preventiva foi mantida com fundamentação idônea baseada na gravidade concreta do crime, garantia da ordem pública e risco de...
- Parties
- Paciente: JARIS KLEBER DA SILVA; Órgão Julgador: Tribunal de Justiça do Estado de Pernambuco; Órgão Acusador: Ministério Público Federal
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 07 February 2025
- Procedural Posture
- Habeas Corpus / Decisão De Não Conhecimento Pelo Superior Tribunal De Justiça
- Outcome
- não conheço do habeas corpus
- Legal Topics
- Prisão Preventiva, Nulidades Processuais, Prova Testemunhal, Diligências Policiais Requisitadas Pelo Ministério Público, Imparcialidade Do Juiz, Princípio Pas De Nullité Sans Grief
Case Brief
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Parties
JARIS KLEBER DA SILVA
Paciente
Tribunal de Justiça do Estado de Pernambuco
Órgão Julgador
Ministério Público Federal
Órgão Acusador
Procedural Posture
Habeas Corpus / Decisão De Não Conhecimento Pelo Superior Tribunal De Justiça
Legal Issues
- 1 possibilidade de diligências policiais requisitadas pelo Ministério Público após oferecimento da denúncia
- 2 valoração e qualificação de depoimentos como informante ou testemunha
- 3 leitura em juízo de depoimentos prestados em sede policial
Ratio Decidendi
Não se verificou ilegalidade manifesta; diligências policiais requisitadas pelo Ministério Público após o oferecimento da denúncia são admissíveis desde que haja oportunidade de contraditório e ampla defesa; a qualificação de depoentes como informantes ou testemunhas é matéria de valoração judicial e só enseja nulidade se demonstrado prejuízo concreto; a leitura, em juízo, de depoimentos extrajudiciais é possível desde que permitida a formulação de perguntas pelas partes; a atuação do magistrado ao inquirir testemunhas não implicou parcialidade vedadora; e a prisão preventiva foi mantida com fundamentação idônea baseada na gravidade concreta do crime, garantia da ordem pública e risco de...
Court Disposition
não conheço do habeas corpus
Orders
- Publique-se.
- Intime-se.
Full Case Text
Judgment text and source record
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