HC 996861 - DECISAO
Denega-se a ordem porque o decreto prisional está fundamentado em elementos concretos (descumprimento de medidas protetivas, reiteração delitiva, risco à integridade da vítima e à instrução criminal), configurando periculum libertatis e justificando a prisão preventiva nos termos dos arts. 312 e 313, III do CPP e art. 20 da Lei 11.340/06; as medidas cautelares diversas mostram-se insuficientes para resguardar a ordem pública e a instrução, razão pela qual a custódia cautelar deve ser mantida.
- Parties
- Paciente: GENILTON CUNHA DE ARAUJO; Autoridade Coatora: TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO TOCANTINS
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 28 April 2025
- Procedural Posture
- Habeas Corpus / Decisão Denegatória (ordem Denegada)
- Outcome
- ordem denegada
- Legal Topics
- Prisão Preventiva, Medidas Protetivas De Urgência, Descumprimento De Medidas Protetivas, Reiteração Delitiva, Medidas Cautelares Diversas Da Prisão, Excesso De Prazo
Case Brief
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Parties
GENILTON CUNHA DE ARAUJO
Paciente
TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO TOCANTINS
Autoridade Coatora
Procedural Posture
Habeas Corpus / Decisão Denegatória (ordem Denegada)
Legal Issues
- 1 excesso de prazo para oferecimento da denúncia
- 2 falta de fundamentação idônea do decreto prisional
- 3 possibilidade de aplicação de medidas cautelares diversas da prisão
Ratio Decidendi
Denega-se a ordem porque o decreto prisional está fundamentado em elementos concretos (descumprimento de medidas protetivas, reiteração delitiva, risco à integridade da vítima e à instrução criminal), configurando periculum libertatis e justificando a prisão preventiva nos termos dos arts. 312 e 313, III do CPP e art. 20 da Lei 11.340/06; as medidas cautelares diversas mostram-se insuficientes para resguardar a ordem pública e a instrução, razão pela qual a custódia cautelar deve ser mantida.
Court Disposition
ordem denegada
Orders
- Denego a ordem.
- Publique-se.
Full Case Text
Judgment text and source record
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