RHC 218766 - DECISAO
A preventiva foi mantida porque os requisitos dos arts. 311/312/313 do CPP foram considerados presentes (indícios de autoria e materialidade, gravidade concreta do delito praticado com violência/ameaça, reincidência específica e risco de reiteração), a conversão da flagrante em preventiva antes da audiência de custódia foi considerada mera irregularidade sem prejuízo demonstrado, a alegação de violência policial carecia de elementos probatórios suficientes exigindo dilação probatória incabível em habeas corpus, e a prisão foi qualificada como flagrante impróprio nos termos do art. 302, III, do CPP; assim, não houve ilegalidade a ensejar revogação da preventiva.
- Parties
- Paciente/impetrante: ADAILTON RODRIGUES DE MELO OLIVEIRA; Recorrido: Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 30 July 2025
- Procedural Posture
- Habeas Corpus / Decisão De Mérito Recurso Em Habeas Corpus Julgado No Superior Tribunal De Justiça
- Outcome
- nego provimento ao recurso em habeas corpus
- Legal Topics
- Prisão Preventiva, Prisão Em Flagrante, Audiência De Custódia, Provas Ilícitas, Violência Policial, Reincidência
Case Brief
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Parties
ADAILTON RODRIGUES DE MELO OLIVEIRA
Paciente/impetrante
Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais
Recorrido
Procedural Posture
Habeas Corpus / Decisão De Mérito Recurso Em Habeas Corpus Julgado No Superior Tribunal De Justiça
Legal Issues
- 1 legalidade da conversão da prisão em flagrante em preventiva antes da audiência de custódia
- 2 alegação de violência policial e necessidade de dilação probatória para apuração
- 3 adequação dos requisitos para decretação da prisão preventiva (art. 312 do CPP)
Ratio Decidendi
A preventiva foi mantida porque os requisitos dos arts. 311/312/313 do CPP foram considerados presentes (indícios de autoria e materialidade, gravidade concreta do delito praticado com violência/ameaça, reincidência específica e risco de reiteração), a conversão da flagrante em preventiva antes da audiência de custódia foi considerada mera irregularidade sem prejuízo demonstrado, a alegação de violência policial carecia de elementos probatórios suficientes exigindo dilação probatória incabível em habeas corpus, e a prisão foi qualificada como flagrante impróprio nos termos do art. 302, III, do CPP; assim, não houve ilegalidade a ensejar revogação da preventiva.
Court Disposition
nego provimento ao recurso em habeas corpus
Orders
- Nego provimento ao recurso em habeas corpus.
- Publique-se.
Full Case Text
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