RHC 221332 - DECISAO
Negou-se provimento ao recurso em habeas corpus porque a alegada nulidade do flagrante não foi devidamente examinada na origem (impedindo conhecimento por supressão de instância) e, além disso, a conversão do flagrante em prisão preventiva constituiu novo título devidamente fundamentado nos termos do art. 312 do CPP (materialidade, indícios de autoria, gravidade concreta, risco de reiteração e existência de outra ação penal), e não houve prova suficiente da imprescindibilidade de cuidados ao filho ou da impossibilidade de atendimento médico no estabelecimento prisional para autorizar a prisão domiciliar, sendo vedado ao STJ proceder ao reexame fático-probatório.
- Parties
- Paciente/impetrante: GILBERTO DE SOUZA BOMFIM; Tribunal De Origem: TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DA BAHIA; Interveniente (opinou Pelo Improvimento): MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 27 October 2025
- Procedural Posture
- Recurso Em Habeas Corpus / Decisão Do Superior Tribunal De Justiça (negado Provimento)
- Outcome
- nego provimento ao recurso em habeas corpus
- Legal Topics
- Prisão Preventiva, Prisão Em Flagrante, Prisão Domiciliar, Tráfico De Drogas, Medidas Cautelares, Nulidade Por Violência Policial, Supressão De Instância, Reexame Fático Probatório
Case Brief
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Parties
GILBERTO DE SOUZA BOMFIM
Paciente/impetrante
TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DA BAHIA
Tribunal De Origem
MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL
Interveniente (opinou Pelo Improvimento)
Procedural Posture
Recurso Em Habeas Corpus / Decisão Do Superior Tribunal De Justiça (negado Provimento)
Legal Issues
- 1 nulidade da prisão em flagrante por suposta violência policial
- 2 fundamentação da prisão preventiva (art. 312 do CPP)
- 3 conversão do flagrante em prisão preventiva como superação de nulidades
Ratio Decidendi
Negou-se provimento ao recurso em habeas corpus porque a alegada nulidade do flagrante não foi devidamente examinada na origem (impedindo conhecimento por supressão de instância) e, além disso, a conversão do flagrante em prisão preventiva constituiu novo título devidamente fundamentado nos termos do art. 312 do CPP (materialidade, indícios de autoria, gravidade concreta, risco de reiteração e existência de outra ação penal), e não houve prova suficiente da imprescindibilidade de cuidados ao filho ou da impossibilidade de atendimento médico no estabelecimento prisional para autorizar a prisão domiciliar, sendo vedado ao STJ proceder ao reexame fático-probatório.
Court Disposition
nego provimento ao recurso em habeas corpus
Orders
- Cientifique-se o Ministério Público Federal
- Publique-se
Full Case Text
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