RHC 227312 - DECISAO
Negou-se provimento ao recurso porque, na avaliação do juízo de origem e referendada pelo Tribunal, estavam presentes os requisitos do art. 312 do CPP: prova da materialidade e indícios suficientes de autoria (imagens, testemunha e declarações que apontam o recorrente), bem como periculum libertatis decorrente de histórico criminal e risco concreto de reiteração delitiva, de modo que a prisão preventiva se mostra necessária para garantia da ordem pública; além disso, o habeas corpus não é via adequada para o reexame detalhado do conjunto fático-probatório.
- Parties
- Recorrente: PAULO ROBERTO FERREIRA DA SILVA; Órgão Decisório De Origem: Tribunal de Justiça do Estado de Goiás
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 09 December 2025
- Procedural Posture
- Recurso Em Habeas Corpus / Julgamento De Mérito No Superior Tribunal De Justiça (negado Provimento)
- Legal Topics
- Prisão Preventiva, Fumus Comissi Delicti, Periculum Libertatis, Garantia Da Ordem Pública, Revogação De Prisão Preventiva, Medidas Cautelares Diversas Da Prisão, Indícios De Autoria
Case Brief
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Parties
PAULO ROBERTO FERREIRA DA SILVA
Recorrente
Tribunal de Justiça do Estado de Goiás
Órgão Decisório De Origem
Procedural Posture
Recurso Em Habeas Corpus / Julgamento De Mérito No Superior Tribunal De Justiça (negado Provimento)
Legal Issues
- 1 legalidade da prisão preventiva nos termos do art. 312 do CPP
- 2 existência de prova da materialidade e indícios suficientes de autoria
- 3 perigo gerado pelo estado de liberdade do acusado (risco de reiteração delitiva)
Ratio Decidendi
Negou-se provimento ao recurso porque, na avaliação do juízo de origem e referendada pelo Tribunal, estavam presentes os requisitos do art. 312 do CPP: prova da materialidade e indícios suficientes de autoria (imagens, testemunha e declarações que apontam o recorrente), bem como periculum libertatis decorrente de histórico criminal e risco concreto de reiteração delitiva, de modo que a prisão preventiva se mostra necessária para garantia da ordem pública; além disso, o habeas corpus não é via adequada para o reexame detalhado do conjunto fático-probatório.
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