RHC 228057 - DECISAO
O recurso foi negado porque o acórdão impugnado demonstrou, de forma fundamentada, a presença do fumus comissi delicti e do periculum libertatis com base em elementos concretos (registros de ocorrência, depoimentos, reconhecimento fotográfico, vídeos e relatório de investigação) e na gravidade concreta dos fatos (ameaças, invasão, destruição de bens, incêndio doloso e morte de animais), além da vinculação do paciente a grupo criminoso; verificou-se que medidas cautelares diversas da prisão seriam insuficientes para resguardar a ordem pública e a integridade das vítimas, e que circunstâncias pessoais favoráveis do réu não afastam a necessidade da preventiva.
- Parties
- Paciente: JOÃO VIKTOR DA COSTA OLIVEIRA; Autoridade Coatora: Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Sul; Manifestante: Ministério Público Federal
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 22 December 2025
- Procedural Posture
- Habeas Corpus / Recurso Ordinário Em Habeas Corpus Decisão De Mérito
- Legal Topics
- Prisão Preventiva, Garantia Da Ordem Pública, Medidas Cautelares Diversas Da Prisão, Fumus Comissi Delicti, Periculum Libertatis, Presunção De Inocência, Proporcionalidade
Case Brief
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Parties
JOÃO VIKTOR DA COSTA OLIVEIRA
Paciente
Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Sul
Autoridade Coatora
Ministério Público Federal
Manifestante
Procedural Posture
Habeas Corpus / Recurso Ordinário Em Habeas Corpus Decisão De Mérito
Legal Issues
- 1 Se a prisão preventiva de JOÃO VIKTOR DA COSTA OLIVEIRA foi adequadamente fundamentada nos termos do art. 312 do CPP
- 2 Se há contemporaneidade e periculum libertatis que justifiquem a manutenção da prisão preventiva
- 3 Se medidas cautelares alternativas (art. 319 CPP) seriam suficientes em substituição à prisão preventiva
Ratio Decidendi
O recurso foi negado porque o acórdão impugnado demonstrou, de forma fundamentada, a presença do fumus comissi delicti e do periculum libertatis com base em elementos concretos (registros de ocorrência, depoimentos, reconhecimento fotográfico, vídeos e relatório de investigação) e na gravidade concreta dos fatos (ameaças, invasão, destruição de bens, incêndio doloso e morte de animais), além da vinculação do paciente a grupo criminoso; verificou-se que medidas cautelares diversas da prisão seriam insuficientes para resguardar a ordem pública e a integridade das vítimas, e que circunstâncias pessoais favoráveis do réu não afastam a necessidade da preventiva.
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