RHC 228078 - DECISAO

RHC 228078 - DECISAO

Conheceu-se do recurso e negou-se provimento porque a manutenção da prisão preventiva encontra respaldo em prova da materialidade e indícios suficientes de autoria (fumus comissi delicti) e em risco à ordem pública (periculum libertatis) demonstrado por fatos concretos: violência empregada contra vítima idosa, rasgo de vestuário, dores decorrentes da queda, localização em ponto de ônibus de grande circulação e imagens/depoimentos que indicaram autoria; assim, medidas cautelares diversas foram consideradas inadequadas e a custódia preventiva foi mantida nos termos do art. 312 do CPP, em consonância com a jurisprudência do STJ.

Parties
Recorrente: IGOR PEREIRA DOS SANTOS; Órgão De Origem / Coator: TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MINAS GERAIS; Interveniente (parecer): MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL
Court
Superior Tribunal de Justiça
Jurisdiction
Brazil
Judgment Date
20 January 2026
Procedural Posture
Recurso Ordinário Em Habeas Corpus / Decidido (conhecido E Negado Provimento)
Outcome
recurso conhecido e negado provimento
Legal Topics
Prisão Preventiva, Art. 157 Do Código Penal (roubo), Medidas Cautelares (art. 319 Do Cpp), Fumus Comissi Delicti, Periculum Libertatis, Princípio Da Proporcionalidade

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Parties

IGOR PEREIRA DOS SANTOS

Recorrente

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MINAS GERAIS

Órgão De Origem / Coator

MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL

Interveniente (parecer)

Procedural Posture

Recurso Ordinário Em Habeas Corpus / Decidido (conhecido E Negado Provimento)

  1. 1 manutenção da prisão preventiva decretada pela origem
  2. 2 suficiência de fundamentação para prisão preventiva nos termos do art. 312 do CPP
  3. 3 possibilidade de substituição da prisão por medidas cautelares diversas (art. 319 do CPP)

Ratio Decidendi

Conheceu-se do recurso e negou-se provimento porque a manutenção da prisão preventiva encontra respaldo em prova da materialidade e indícios suficientes de autoria (fumus comissi delicti) e em risco à ordem pública (periculum libertatis) demonstrado por fatos concretos: violência empregada contra vítima idosa, rasgo de vestuário, dores decorrentes da queda, localização em ponto de ônibus de grande circulação e imagens/depoimentos que indicaram autoria; assim, medidas cautelares diversas foram consideradas inadequadas e a custódia preventiva foi mantida nos termos do art. 312 do CPP, em consonância com a jurisprudência do STJ.

Court Disposition

recurso conhecido e negado provimento

Orders

  • Publique-se.
  • Intimem-se.