RHC 228397 - DECISAO
O Superior Tribunal de Justiça entendeu que não há flagrante ilegalidade na manutenção da prisão preventiva, porque as instâncias ordinárias demonstraram fundamentação concreta e idônea: permaneceram os motivos autorizadores da custódia (art. 312 do CPP), comprovados pela gravidade concreta do delito e elementos fáticos (aprox. 18,2 kg de maconha, indicativos de logística e rede criminosa, uso de veículos valiosos e promessa de recompensa), e houve compatibilização da custódia com o regime semiaberto mediante expedição da guia de execução provisória; assim, a manutenção da medida cautelar foi considerada necessária e proporcional, razão pela qual o habeas corpus foi denegado.
- Parties
- Recorrente/paciente: THIAGO ISHIKAWA DA SILVA; Órgão Prolator Do Acórdão: Tribunal de Justiça do Estado de Mato Grosso do Sul
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 20 January 2026
- Procedural Posture
- Habeas Corpus (recurso Ordinário) / Julgamento De Mérito No Superior Tribunal De Justiça Decisão Denegatória
- Outcome
- Nego provimento ao recurso em habeas corpus.
- Legal Topics
- Prisão Preventiva, Regime Inicial Semiaberto, Manutenção Da Custódia Cautelar, Fundamentação Da Decisão Judicial, Art. 312 Do CPP, Art. 387, §1º Do CPP
Case Brief
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Parties
THIAGO ISHIKAWA DA SILVA
Recorrente/paciente
Tribunal de Justiça do Estado de Mato Grosso do Sul
Órgão Prolator Do Acórdão
Procedural Posture
Habeas Corpus (recurso Ordinário) / Julgamento De Mérito No Superior Tribunal De Justiça Decisão Denegatória
Legal Issues
- 1 Possibilidade de manutenção da prisão preventiva após sentença condenatória com regime inicial semiaberto
- 2 Exigência de fundamentação concreta e específica para manutenção da custódia cautelar (art. 315, §2º, V e art. 387, §1º do CPP)
- 3 Compatibilidade entre prisão preventiva e regime semiaberto e eventual antecipação punitiva
Ratio Decidendi
O Superior Tribunal de Justiça entendeu que não há flagrante ilegalidade na manutenção da prisão preventiva, porque as instâncias ordinárias demonstraram fundamentação concreta e idônea: permaneceram os motivos autorizadores da custódia (art. 312 do CPP), comprovados pela gravidade concreta do delito e elementos fáticos (aprox. 18,2 kg de maconha, indicativos de logística e rede criminosa, uso de veículos valiosos e promessa de recompensa), e houve compatibilização da custódia com o regime semiaberto mediante expedição da guia de execução provisória; assim, a manutenção da medida cautelar foi considerada necessária e proporcional, razão pela qual o habeas corpus foi denegado.
Court Disposition
Nego provimento ao recurso em habeas corpus.
Orders
- Nego provimento ao recurso em habeas corpus.
- Publique-se.
Full Case Text
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