HC 1061766 - DECISAO
O Tribunal concluiu que não há flagrante ilegalidade na decretação da prisão preventiva, pois as instâncias ordinárias fundamentaram a custódia com elementos concretos (prova da materialidade e indícios de autoria, apreensão de 21 pinos de cocaína, histórico processual compatível), demonstrando fundado risco de reiteração delitiva e insuficiência de medidas alternativas; assim, considerando também que o habeas corpus não é via adequada para reexame probatório e que a impetração era, em tese, substitutiva de recurso, não se conheceu do habeas corpus com fundamento no art. 34, XX, do RISTJ.
- Parties
- Paciente: SAMUEL DE JESUS MOREIRA; Recorrente: MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE MINAS GERAIS; Órgão Prolator Do Acórdão: TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MINAS GERAIS
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 04 March 2026
- Procedural Posture
- Habeas Corpus / Não Conhecido (decisão Final: Não Conheço Do Habeas Corpus)
- Outcome
- não conheço do presente habeas corpus
- Legal Topics
- Prisão Preventiva, Requisitos Do Art. 312 Do CPP, Reiteração Delitiva, Medidas Cautelares Diversas (art. 319 Do Cpp), Contemporaneidade Da Custódia, Excesso De Prazo (alegação)
Case Brief
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Parties
SAMUEL DE JESUS MOREIRA
Paciente
MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE MINAS GERAIS
Recorrente
TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MINAS GERAIS
Órgão Prolator Do Acórdão
Procedural Posture
Habeas Corpus / Não Conhecido (decisão Final: Não Conheço Do Habeas Corpus)
Legal Issues
- 1 Presença dos requisitos do art. 312 do CPP para decretação/manutenção da prisão preventiva
- 2 Idoneidade da alegada reiteração delitiva como fundamento para prisão preventiva
- 3 Aplicabilidade de medidas cautelares diversas do art. 319 do CPP
Ratio Decidendi
O Tribunal concluiu que não há flagrante ilegalidade na decretação da prisão preventiva, pois as instâncias ordinárias fundamentaram a custódia com elementos concretos (prova da materialidade e indícios de autoria, apreensão de 21 pinos de cocaína, histórico processual compatível), demonstrando fundado risco de reiteração delitiva e insuficiência de medidas alternativas; assim, considerando também que o habeas corpus não é via adequada para reexame probatório e que a impetração era, em tese, substitutiva de recurso, não se conheceu do habeas corpus com fundamento no art. 34, XX, do RISTJ.
Court Disposition
não conheço do presente habeas corpus
Orders
- Liminar indeferida (conforme decisão de fls. 62/64)
- Não conheço do habeas corpus, com fundamento no art. 34, XX, do RISTJ
Full Case Text
Judgment text and source record
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