RHC 234122 - DECISAO
Negou-se provimento ao habeas corpus porque ficaram demonstrados a materialidade e indícios de autoria e, sobretudo, o periculum libertatis: o modus operandi (furto qualificado mediante rompimento de obstáculo em concurso de pessoas), a existência de antecedentes e ações penais em andamento, além de condenação recente seguida de nova prática delitiva, evidenciam risco concreto de reiteração delitiva e insuficiência de medidas cautelares diversas da prisão para resguardar a ordem pública, justificando a manutenção da prisão preventiva nos termos do art. 312 do CPP e da jurisprudência aplicável.
- Parties
- Paciente/recorrente: GEILSON TAVARES DE SOUZA; Coacusado/custodiado: José Leandro Lima Pires; Órgão Prolator Do Acórdão: Tribunal de Justiça do Estado do Ceará; Parte Acusadora/manifestante: Ministério Público
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 24 March 2026
- Procedural Posture
- Habeas Corpus / Decisão De Mérito (recurso Denegado)
- Outcome
- Nego provimento ao recurso em habeas corpus.
- Legal Topics
- Prisão Preventiva, Medidas Cautelares Diversas Da Prisão, Furto Qualificado, Periculosidade, Reincidência, Garantia Da Ordem Pública
Case Brief
Summary, issues, holding and outcome
More case intelligence is available
Unlock the full research layer for this judgment.
Parties
GEILSON TAVARES DE SOUZA
Paciente/recorrente
José Leandro Lima Pires
Coacusado/custodiado
Tribunal de Justiça do Estado do Ceará
Órgão Prolator Do Acórdão
Ministério Público
Parte Acusadora/manifestante
Procedural Posture
Habeas Corpus / Decisão De Mérito (recurso Denegado)
Legal Issues
- 1 Presença dos requisitos do art. 312 do CPP para decretação e manutenção da prisão preventiva (fumus comissi delicti e periculum libertatis)
- 2 Possibilidade de substituição da prisão preventiva por medidas cautelares diversas
- 3 Valoração da gravidade concreta e do modus operandi para fundamentar a custódia
Ratio Decidendi
Negou-se provimento ao habeas corpus porque ficaram demonstrados a materialidade e indícios de autoria e, sobretudo, o periculum libertatis: o modus operandi (furto qualificado mediante rompimento de obstáculo em concurso de pessoas), a existência de antecedentes e ações penais em andamento, além de condenação recente seguida de nova prática delitiva, evidenciam risco concreto de reiteração delitiva e insuficiência de medidas cautelares diversas da prisão para resguardar a ordem pública, justificando a manutenção da prisão preventiva nos termos do art. 312 do CPP e da jurisprudência aplicável.
Court Disposition
Nego provimento ao recurso em habeas corpus.
Orders
- Mantenho a prisão preventiva de Geilson Tavares de Souza.
- Publique-se.
Full Case Text
Judgment text and source record
Sign in to read
Sign in to read the full judgment text
Sign in to read the full judgment text. Downloads and additional research tools may depend on your plan.
Sign in to read the full judgment