RHC 231772 - DECISAO
A ordem foi negada porque a prisão preventiva foi considerada devidamente fundamentada em elementos concretos constantes dos autos — gravidade concreta do delito, modus operandi violento e elevado grau de periculosidade, antecedentes e situação de foragido que evidencia risco de fuga — e, ademais, o exame aprofundado de autoria e materialidade demandaria revolvimento fático-probatório incompatível com a via eleita.
- Parties
- Recorrente: JOSE ANTONIO DA SILVA; Órgão Recorrido: TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE PERNAMBUCO; Manifestante: MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 25 March 2026
- Procedural Posture
- Recurso Em Habeas Corpus / Decisão No Superior Tribunal De Justiça
- Outcome
- conheço parcialmente do recurso e, nessa extensão, nego-lhe provimento
- Legal Topics
- Prisão Preventiva, Contemporaneidade, Periculosidade, Fuga, Medidas Cautelares Diversas
Case Brief
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Parties
JOSE ANTONIO DA SILVA
Recorrente
TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE PERNAMBUCO
Órgão Recorrido
MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL
Manifestante
Procedural Posture
Recurso Em Habeas Corpus / Decisão No Superior Tribunal De Justiça
Legal Issues
- 1 existência de indícios de autoria
- 2 contemporaneidade da prisão preventiva
- 3 fundamentação idônea da prisão preventiva
Ratio Decidendi
A ordem foi negada porque a prisão preventiva foi considerada devidamente fundamentada em elementos concretos constantes dos autos — gravidade concreta do delito, modus operandi violento e elevado grau de periculosidade, antecedentes e situação de foragido que evidencia risco de fuga — e, ademais, o exame aprofundado de autoria e materialidade demandaria revolvimento fático-probatório incompatível com a via eleita.
Court Disposition
conheço parcialmente do recurso e, nessa extensão, nego-lhe provimento
Orders
- Conheço parcialmente do recurso e, nessa extensão, nego-lhe provimento.
- Publique-se.
Full Case Text
Judgment text and source record
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