HC 1082762 - DECISAO
Não se evidenciou, de pronto, ilegalidade manifesto que autorizasse a concessão do habeas corpus; inexistia dúvida razoável sobre a higidez mental do paciente apta a justificar a instauração do incidente de insanidade mental com base em elementos concretos nos autos, as receitas médicas juntadas não comprovam inimputabilidade, o habeas corpus não substitui recursos próprios e, havendo pronúncia, a pretensão de revogação da prisão preventiva restou prejudicada; ademais, a manutenção da prisão preventiva foi adequadamente fundamentada pela gravidade concreta do crime, pelo modus operandi e pelo risco à ordem pública, nos termos do art. 312 do CPP.
- Parties
- Paciente: AGUINALDO FELICIANO SIQUEIRA; Impetrado: Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 25 March 2026
- Procedural Posture
- Habeas Corpus / Decisão Monocrática De Conhecimento E Denegação Parcial Da Ordem
- Outcome
- CONHEÇO, EM PARTE, DA ORDEM E, NA PARTE CONHECIDA, A DENEGO
- Legal Topics
- Prisão Preventiva, Incidente De Insanidade Mental, Habeas Corpus, Pronúncia, Porte Ilegal De Arma De Fogo, Homicídio Qualificado Tentado
Case Brief
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Parties
AGUINALDO FELICIANO SIQUEIRA
Paciente
Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais
Impetrado
Procedural Posture
Habeas Corpus / Decisão Monocrática De Conhecimento E Denegação Parcial Da Ordem
Legal Issues
- 1 necessidade de instauração do incidente de insanidade mental
- 2 possibilidade de revogação da prisão preventiva após pronúncia
- 3 uso do habeas corpus como substitutivo de recurso próprio
Ratio Decidendi
Não se evidenciou, de pronto, ilegalidade manifesto que autorizasse a concessão do habeas corpus; inexistia dúvida razoável sobre a higidez mental do paciente apta a justificar a instauração do incidente de insanidade mental com base em elementos concretos nos autos, as receitas médicas juntadas não comprovam inimputabilidade, o habeas corpus não substitui recursos próprios e, havendo pronúncia, a pretensão de revogação da prisão preventiva restou prejudicada; ademais, a manutenção da prisão preventiva foi adequadamente fundamentada pela gravidade concreta do crime, pelo modus operandi e pelo risco à ordem pública, nos termos do art. 312 do CPP.
Court Disposition
CONHEÇO, EM PARTE, DA ORDEM E, NA PARTE CONHECIDA, A DENEGO
Orders
- CONHEÇO, EM PARTE, DA ORDEM E, NA PARTE CONHECIDA, A DENEGO
- Intimem-se.
Full Case Text
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