HC 1064545 - ACORDAO
A ordem foi denegada porque a manutenção da prisão preventiva está adequadamente fundamentada para garantia da ordem pública, diante da reincidência e da probabilidade de reiteração delitiva, não havendo atuação de ofício do magistrado, sendo insuficientes as medidas alternativas previstas no art. 319 do CPP e não comprovada incompatibilidade automática entre custódia cautelar e regime semiaberto.
- Parties
- Impetrante: ADRIANO PEREIRA DE OLIVEIRA; Autoridade Coatora: TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO DISTRITO FEDERAL E DOS TERRITÓRIOS
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 30 March 2026
- Procedural Posture
- Habeas Corpus / Acórdão Decisão Colegiada
- Outcome
- Ordem denegada.
- Legal Topics
- Prisão Preventiva, Porte Ilegal De Arma De Fogo De Uso Permitido, Prisão De Ofício, Princípio Do Livre Convencimento Motivado, Princípio Da Homogeneidade, Regime Semiaberto, Medidas Cautelares Alternativas
Case Brief
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Parties
ADRIANO PEREIRA DE OLIVEIRA
Impetrante
TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO DISTRITO FEDERAL E DOS TERRITÓRIOS
Autoridade Coatora
Procedural Posture
Habeas Corpus / Acórdão Decisão Colegiada
Legal Issues
- 1 ilegalidade da manutenção da prisão preventiva após manifestação do Ministério Público pela revogação
- 2 manutenção da prisão de ofício pelo magistrado
- 3 incompatibilidade entre custódia cautelar e regime semiaberto (princípio da homogeneidade)
Ratio Decidendi
A ordem foi denegada porque a manutenção da prisão preventiva está adequadamente fundamentada para garantia da ordem pública, diante da reincidência e da probabilidade de reiteração delitiva, não havendo atuação de ofício do magistrado, sendo insuficientes as medidas alternativas previstas no art. 319 do CPP e não comprovada incompatibilidade automática entre custódia cautelar e regime semiaberto.
Court Disposition
Ordem denegada.
Orders
- Ordem denegada.
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