HC 1073825 - DECISAO
Não conhecer do habeas corpus porque a alegação de vulnerabilidade psíquica exige exame fático-probatório incompatível com a via estreita; além disso, verificou-se que a prisão preventiva foi devidamente fundamentada nos termos do art. 312 do CPP em razão do descumprimento de medida cautelar (rompimento da tornozeleira) e da reiteração delitiva subsequente, demonstrando a insuficiência das medidas cautelares diversas e o risco à ordem pública, enquanto o pedido de tratamento não foi previamente apreciado pelo juízo de origem, implicando supressão de instância.
- Parties
- Paciente: Guilherme Maciel Brasil do Nascimento; Impetrante: Defensoria Pública do Estado do Ceará; Autoridade Coatora: Juízo de Direito da 1ª Vara Criminal da Comarca de Fortaleza/CE; Órgão Julgador: Tribunal de Justiça do Estado do Ceará
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 08 April 2026
- Procedural Posture
- Habeas Corpus / Não Conhecido (decisão Pelo Superior Tribunal De Justiça)
- Outcome
- Não conheço do presente habeas corpus pelo Superior Tribunal de Justiça
- Legal Topics
- Prisão Preventiva, Medidas Cautelares Diversas, Monitoramento Eletrônico, Vulnerabilidade Psíquica / Inimputabilidade, Princípio Da Homogeneidade, Internação Provisória / Tratamento Ambulatorial
Case Brief
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Parties
Guilherme Maciel Brasil do Nascimento
Paciente
Defensoria Pública do Estado do Ceará
Impetrante
Juízo de Direito da 1ª Vara Criminal da Comarca de Fortaleza/CE
Autoridade Coatora
Tribunal de Justiça do Estado do Ceará
Órgão Julgador
Procedural Posture
Habeas Corpus / Não Conhecido (decisão Pelo Superior Tribunal De Justiça)
Legal Issues
- 1 admissibilidade de exame de alegada vulnerabilidade psíquica em habeas corpus
- 2 suficiência da fundamentação do decreto prisional
- 3 possibilidade de substituição da prisão preventiva por medidas cautelares diversas com viés terapêutico
Ratio Decidendi
Não conhecer do habeas corpus porque a alegação de vulnerabilidade psíquica exige exame fático-probatório incompatível com a via estreita; além disso, verificou-se que a prisão preventiva foi devidamente fundamentada nos termos do art. 312 do CPP em razão do descumprimento de medida cautelar (rompimento da tornozeleira) e da reiteração delitiva subsequente, demonstrando a insuficiência das medidas cautelares diversas e o risco à ordem pública, enquanto o pedido de tratamento não foi previamente apreciado pelo juízo de origem, implicando supressão de instância.
Court Disposition
Não conheço do presente habeas corpus pelo Superior Tribunal de Justiça
Orders
- Publique-se.
- Intimem-se.
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