RHC 234829 - DECISAO

RHC 234829 - DECISAO

O Tribunal manteve a prisão preventiva por considerar demonstrado o fumus commissi delicti (descumprimento de medidas protetivas da Lei Maria da Penha) e o periculum libertatis decorrente do risco à ordem pública e à integridade da vítima, concluindo que medidas protetivas de urgência seriam insuficientes e que não caberia a substituição da prisão por medidas cautelares diversas, com apoio em dispositivos legais (Lei 11.340/2006; arts. 312 e 313, III, do CPP) e jurisprudência do STF e deste STJ.

Parties
Recorrente: GILNEI NUNES
Court
Superior Tribunal de Justiça
Jurisdiction
Brazil
Judgment Date
24 April 2026
Procedural Posture
Recurso Em Habeas Corpus / Decisão De Mérito
Legal Topics
Prisão Preventiva, Medidas Protetivas De Urgência, Art. 312 Do Código De Processo Penal, Art. 24 a Da Lei Nº 11.340/2006, Periculum Libertatis, Fumus Commissi Delicti, Substituição Por Medidas Cautelares

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Parties

GILNEI NUNES

Recorrente

Procedural Posture

Recurso Em Habeas Corpus / Decisão De Mérito

  1. 1 legalidade da prisão preventiva decretada
  2. 2 existência dos requisitos do art. 312 do CPP (prova da materialidade, indícios de autoria, perigo gerado pela liberdade)
  3. 3 possibilidade de substituição da prisão por medidas cautelares diversas

Ratio Decidendi

O Tribunal manteve a prisão preventiva por considerar demonstrado o fumus commissi delicti (descumprimento de medidas protetivas da Lei Maria da Penha) e o periculum libertatis decorrente do risco à ordem pública e à integridade da vítima, concluindo que medidas protetivas de urgência seriam insuficientes e que não caberia a substituição da prisão por medidas cautelares diversas, com apoio em dispositivos legais (Lei 11.340/2006; arts. 312 e 313, III, do CPP) e jurisprudência do STF e deste STJ.