RHC 237073 - DECISAO
O STJ concluiu não haver constrangimento ilegal: manteve a prisão preventiva em razão da gravidade concreta das agressões, da materialidade e dos indícios de autoria, do risco à integridade física e psíquica da vítima e da probabilidade de reiteração delitiva; quanto ao alegado excesso de prazo, entendeu que a dilação temporal decorreu de atos e incidentes processuais legítimos (expedição de cartas precatórias, substituição da defesa dativa, restituição de prazos) e da proximidade da audiência designada, não havendo morosidade estatal injustificada que configurasse excesso de prazo.
- Parties
- Recorrente / Paciente: CÁSSIO LUIZ GOMES; Órgão Jurisdicional Recorrido: Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais; Interveniente: Ministério Público Federal
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 22 May 2026
- Procedural Posture
- Recurso Em Habeas Corpus / Decisão Pelo Superior Tribunal De Justiça, Conhecimento E Julgamento Do Mérito Do Habeas Corpus
- Outcome
- conheço do recurso em habeas corpus e nego provimento
- Legal Topics
- Prisão Preventiva, Excesso De Prazo, Medidas Cautelares Diversas Da Prisão, Devido Processo Legal, Nomeação De Defensor Dativo, Proporcionalidade
Case Brief
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Parties
CÁSSIO LUIZ GOMES
Recorrente / Paciente
Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais
Órgão Jurisdicional Recorrido
Ministério Público Federal
Interveniente
Procedural Posture
Recurso Em Habeas Corpus / Decisão Pelo Superior Tribunal De Justiça, Conhecimento E Julgamento Do Mérito Do Habeas Corpus
Legal Issues
- 1 existência de excesso de prazo na formação da culpa e manutenção da prisão preventiva
- 2 idoneidade da fundamentação da prisão preventiva com base na gravidade concreta e risco de reiteração delitiva
- 3 possibilidade de substituição da prisão preventiva por medidas cautelares diversas
Ratio Decidendi
O STJ concluiu não haver constrangimento ilegal: manteve a prisão preventiva em razão da gravidade concreta das agressões, da materialidade e dos indícios de autoria, do risco à integridade física e psíquica da vítima e da probabilidade de reiteração delitiva; quanto ao alegado excesso de prazo, entendeu que a dilação temporal decorreu de atos e incidentes processuais legítimos (expedição de cartas precatórias, substituição da defesa dativa, restituição de prazos) e da proximidade da audiência designada, não havendo morosidade estatal injustificada que configurasse excesso de prazo.
Court Disposition
conheço do recurso em habeas corpus e nego provimento
Orders
- Intimem-se.
Full Case Text
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