HC 1076275 - DECISAO
A ordem foi denegada porque a pronúncia proferida em 12/11/2024 atrai a incidência da Súmula nº 21 do STJ, superando a alegação de excesso de prazo; a suspensão do processo por reformas no fórum constitui hipótese excepcional e justificada, não caracterizando desídia estatal; e a prisão preventiva atende aos requisitos do art. 312 do CPP em razão da gravidade concreta do delito, da periculosidade do agente e do risco de reiteração, sendo as medidas cautelares do art. 319 insuficientes para resguardar a ordem pública e a integridade da vítima.
- Parties
- Impetrante: Defensoria Pública do Estado do Tocantins; Paciente: DARLAN AMORIM DE SOUSA; Autoridade Coatora: Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Tocantins
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 26 May 2026
- Procedural Posture
- Habeas Corpus / Decisão De Mérito (não Conhecimento)
- Outcome
- Não conheço o habeas corpus; mantém-se hígida a custódia cautelar do paciente e o acórdão proferido pelo Tribunal de Justiça do Estado do Tocantins.
- Legal Topics
- Prisão Preventiva, Excesso De Prazo, Súmula 21/stj, Pronúncia, Medidas Cautelares Diversas (art. 319 Cpp), Animus Necandi, Tribunal Do Júri
Case Brief
Summary, issues, holding and outcome
More case intelligence is available
Unlock the full research layer for this judgment.
Parties
Defensoria Pública do Estado do Tocantins
Impetrante
DARLAN AMORIM DE SOUSA
Paciente
Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Tocantins
Autoridade Coatora
Procedural Posture
Habeas Corpus / Decisão De Mérito (não Conhecimento)
Legal Issues
- 1 excesso de prazo na manutenção da custódia cautelar
- 2 suspensão do processo por reformas no fórum
- 3 fundamentação da prisão preventiva nos termos do art. 312 do CPP
Ratio Decidendi
A ordem foi denegada porque a pronúncia proferida em 12/11/2024 atrai a incidência da Súmula nº 21 do STJ, superando a alegação de excesso de prazo; a suspensão do processo por reformas no fórum constitui hipótese excepcional e justificada, não caracterizando desídia estatal; e a prisão preventiva atende aos requisitos do art. 312 do CPP em razão da gravidade concreta do delito, da periculosidade do agente e do risco de reiteração, sendo as medidas cautelares do art. 319 insuficientes para resguardar a ordem pública e a integridade da vítima.
Court Disposition
Não conheço o habeas corpus; mantém-se hígida a custódia cautelar do paciente e o acórdão proferido pelo Tribunal de Justiça do Estado do Tocantins.
Orders
- Não conhecimento do habeas corpus impetrado pela Defensoria Pública do Estado do Tocantins
- Manutenção da prisão preventiva de DARLAN AMORIM DE SOUSA
Full Case Text
Judgment text and source record
Sign in to read
Sign in to read the full judgment text
Sign in to read the full judgment text. Downloads and additional research tools may depend on your plan.
Sign in to read the full judgment