HC 1097093 - DECISAO
Não se conhece do habeas corpus porque a impetração configura sucedâneo de recurso próprio e não há ilegalidade flagrante a ensejar concessão de ordem de ofício (art. 647-A do CPP); além disso, a manutenção da prisão preventiva está suficientemente fundamentada na existência de novos elementos probatórios (quebra de sigilo bancário e relatório fiscal) que demonstram participação relevante da paciente no núcleo financeiro da organização criminosa, caracterizando risco concreto de reiteração delitiva e justificando a restrição cautelar.
- Parties
- Paciente: SIRLENE SOARES; Autoridade Coatora: TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 4ª REGIÃO; Ministerio Publico Federal: MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL; Companheiro/indiciado: ALISSON RODRIGO FERNANDES DOS SANTOS TOPA
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 27 May 2026
- Procedural Posture
- Habeas Corpus / Não Conhecimento (decisão De Não Conhecimento)
- Outcome
- Não conheço do habeas corpus.
- Legal Topics
- Prisão Preventiva, Prisão Domiciliar, Organização Criminosa, Tráfico De Drogas, Lavagem De Capitais, Medidas Cautelares, Art. 318 a Do CPP, Habeas Corpus Como Sucedâneo Recursal
Case Brief
Summary, issues, holding and outcome
More case intelligence is available
Unlock the full research layer for this judgment.
Parties
SIRLENE SOARES
Paciente
TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 4ª REGIÃO
Autoridade Coatora
MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL
Ministerio Publico Federal
ALISSON RODRIGO FERNANDES DOS SANTOS TOPA
Companheiro/indiciado
Procedural Posture
Habeas Corpus / Não Conhecimento (decisão De Não Conhecimento)
Legal Issues
- 1 cabimento do habeas corpus como sucedâneo de recurso próprio
- 2 possibilidade de substituição da prisão preventiva por prisão domiciliar para mãe de criança menor de 12 anos
- 3 fundamentação da prisão preventiva com base em novos elementos (quebra de sigilo bancário)
Ratio Decidendi
Não se conhece do habeas corpus porque a impetração configura sucedâneo de recurso próprio e não há ilegalidade flagrante a ensejar concessão de ordem de ofício (art. 647-A do CPP); além disso, a manutenção da prisão preventiva está suficientemente fundamentada na existência de novos elementos probatórios (quebra de sigilo bancário e relatório fiscal) que demonstram participação relevante da paciente no núcleo financeiro da organização criminosa, caracterizando risco concreto de reiteração delitiva e justificando a restrição cautelar.
Court Disposition
Não conheço do habeas corpus.
Orders
- Publique-se.
- Intimem-se.
Full Case Text
Judgment text and source record
Sign in to read
Sign in to read the full judgment text
Sign in to read the full judgment text. Downloads and additional research tools may depend on your plan.
Sign in to read the full judgment