HC 863414 - DECISAO
O habeas corpus foi considerado prejudicado porque o mandado de prisão temporária do paciente foi baixado, conforme informação constante no BNMP/CNJ, tornando sem objeto o pedido de liberdade formulado no writ.
Source-derived case information.
- Parties
- Paciente: ADRIANO PREISSLER JUNIOR; Autoridade Coatora: TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SANTA CATARINA
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 05 February 2025
- Procedural Posture
- Habeas Corpus / Decisão Habeas Corpus Julgado Prejudicado
- Outcome
- julgo prejudicado o habeas corpus
- Legal Topics
- Prisão Temporária, Perda Do Objeto
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Parties
ADRIANO PREISSLER JUNIOR
Paciente
TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SANTA CATARINA
Autoridade Coatora
Procedural Posture
Habeas Corpus / Decisão Habeas Corpus Julgado Prejudicado
Legal Issues
- 1 ausência de fundamentação concreta da prisão temporária (alegação da defesa)
- 2 perda do objeto do habeas corpus em razão do mandado de prisão temporária baixado no BNMP/CNJ
Ratio Decidendi
O habeas corpus foi considerado prejudicado porque o mandado de prisão temporária do paciente foi baixado, conforme informação constante no BNMP/CNJ, tornando sem objeto o pedido de liberdade formulado no writ.
Court Disposition
julgo prejudicado o habeas corpus
Orders
- Julgo prejudicado o habeas corpus.
- Publique-se.
Full Case Text
Judgment text and source record
1 paragraphs
DECISÃO Trata-se de habeas corpus com pedido de liminar impetrado em favor de ADRIANO PREISSLER JUNIOR em que se aponta como autoridade coatora o TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SANTA CATARINA. Depreende-se dos autos que o paciente foi preso temporariamente pela prática, em tese, dos delitos de organização criminosa e tráfico de drogas. A prisão temporária foi decretada visando obter maiores informações acerca da suposta organização criminosa. Irresignada a defesa impetrou habeas corpus perante o Tribunal de origem, que manteve a prisão do paciente pelos mesmos fundamentos, denegando . No presente writ, alega que o paciente estaria sofrendo constrangimento ilegal diante da ausência de fundamentação concreta e idônea para a segregação cautelar ponderando as condições pessoais favoráveis do paciente. Requer a revogação da prisão temporária. A liminar foi indeferida (fls. 429/430). As informações foram prestadas (fls.436/444, 447/486). O Ministério Público Federal opinou pelo não conhecimento (fls.488/492). É o relatório. DECIDO. Verifico que, no dia 31 de agosto de 2023, além de outras providências, foi decretada a prisão temporária do paciente e de outros investigados, pela suposta prática dos delitos de tráfico de drogas, associação para o tráfico, lavagem de dinheiro e organização criminosa, cujo mandado de prisão foi cumprido em 06 de setembro de 2023. Em seguida foi prorrogada a prisão temporária do paciente e de outros investigados, e deferida a prorrogação do prazo para conclusão do procedimento investigatório. O presente habeas corpus perdeu seu objeto, já que o mandado de prisão temporária do paciente está baixado, conforme informação constante no BNMP/CNJ. Ante o exposto, julgo prejudicado o habeas corpus. Publique-se. Intimem-se. EMENTA