AREsp 2883475 - DECISAO
Rejeitaram-se os embargos de declaração porque não se verificam obscuridade, contradição, omissão ou erro material na decisão embargada e porque a parte não regularizou a representação processual no prazo após intimação, sendo o substabelecimento juntado datado de forma posterior à interposição dos recursos; assim, nos termos dos arts. 76 e 932 do CPC/2015 e da Súmula 115/STJ, o recurso não pode ser conhecido e não há vício sanável pelos embargos.
- Parties
- Embargante: PARANÁ BANCO S/A
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 11 June 2025
- Procedural Posture
- Embargos De Declaração / Decisão Sobre Embargos De Declaração
- Outcome
- Embargos de Declaração rejeitados
- Legal Topics
- Procuração, Substabelecimento, Preclusão Temporal, Regularização De Representação Processual, Súmula 115/stj, Embargos De Declaração
Case Brief
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Parties
PARANÁ BANCO S/A
Embargante
Procedural Posture
Embargos De Declaração / Decisão Sobre Embargos De Declaração
Legal Issues
- 1 Se a outorga de poderes deve ser conferida em data anterior à interposição do recurso
- 2 Se a juntada posterior de procuração/substabelecimento com data posterior pode regularizar vício de representação
- 3 Se há obscuridade, contradição, omissão ou erro material na decisão impugnada
Ratio Decidendi
Rejeitaram-se os embargos de declaração porque não se verificam obscuridade, contradição, omissão ou erro material na decisão embargada e porque a parte não regularizou a representação processual no prazo após intimação, sendo o substabelecimento juntado datado de forma posterior à interposição dos recursos; assim, nos termos dos arts. 76 e 932 do CPC/2015 e da Súmula 115/STJ, o recurso não pode ser conhecido e não há vício sanável pelos embargos.
Court Disposition
Embargos de Declaração rejeitados
Orders
- Rejeito os Embargos de Declaração
- Advirto a parte embargante de que a reiteração deste expediente ensejará o pagamento de multa de 2% sobre o valor atualizado da causa, por serem os próximos embargos que tratem do mesmo assunto considerados manifestamente protelatórios (art. 1.026, § 2º, do CPC)
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