AREsp 1755761 - DECISAO
O agravo foi negado provimento porque o Tribunal de origem fundamentou adequadamente que o falecimento da sócia não torna ineficazes os atos processuais praticados pela pessoa jurídica, observando que a procuração foi subscrita pelo procurador da outorgante; tal fundamento não foi impugnado pelo recorrente (Súmula 283/STF) e, além disso, a reavaliação de prova para modificar essa premissa estaria vedada por súmula (Súmula 7/STJ). Adicionalmente, aplica-se o entendimento consolidado de que a personalidade da sociedade é distinta da dos sócios (Súmula 83/STJ).
- Parties
- Autora: empresa autora; Sócia E Representante Legal (falecida): Léa Vieira da Cunha Mayer; Réu: réu; Ocupante/locatária Do Imóvel: corporação religiosa
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 03 March 2021
- Procedural Posture
- Agravo / Agravo Contra Decisão Que Negou Seguimento a Recurso Especial (decisão Sobre Admissibilidade Do Recurso Especial)
- Legal Topics
- Procuração, Representação Processual, Reintegração De Posse, Falecimento Do Outorgante, Admissibilidade De Recurso Especial, Honorários Advocatícios
Case Brief
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Parties
empresa autora
Autora
Léa Vieira da Cunha Mayer
Sócia E Representante Legal (falecida)
réu
Réu
corporação religiosa
Ocupante/locatária Do Imóvel
Procedural Posture
Agravo / Agravo Contra Decisão Que Negou Seguimento a Recurso Especial (decisão Sobre Admissibilidade Do Recurso Especial)
Legal Issues
- 1 Efeito do falecimento do outorgante sobre a validade da procuração e dos atos processuais
- 2 Distinção entre personalidade jurídica da pessoa jurídica e personalidade dos sócios
- 3 Aplicabilidade dos arts. 662 e 682 do Código Civil à hipótese dos autos
Ratio Decidendi
O agravo foi negado provimento porque o Tribunal de origem fundamentou adequadamente que o falecimento da sócia não torna ineficazes os atos processuais praticados pela pessoa jurídica, observando que a procuração foi subscrita pelo procurador da outorgante; tal fundamento não foi impugnado pelo recorrente (Súmula 283/STF) e, além disso, a reavaliação de prova para modificar essa premissa estaria vedada por súmula (Súmula 7/STJ). Adicionalmente, aplica-se o entendimento consolidado de que a personalidade da sociedade é distinta da dos sócios (Súmula 83/STJ).
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