HC 697228 - DECISAO
Não se verificou flagrante ilegalidade apta a autorizar a concessão de ofício da ordem; o indeferimento da progressão ao regime semiaberto foi devidamente fundamentado pela Corte de origem com base em falta grave recente (3/7/2020) e consequente regressão, demonstrando ausência do requisito subjetivo, questão que depende de reexame fático-probatório vedado em sede de habeas corpus substitutivo de recurso próprio; assim, negou-se seguimento ao writ.
- Parties
- Paciente: RONALDO SOUZA PORTO; Impetrante: Defensoria Pública; Órgão Julgador: Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Sul; Autoridade Coatora: Juízo das Execuções Criminais
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 30 September 2021
- Procedural Posture
- Habeas Corpus / Negado Seguimento
- Legal Topics
- Progressão De Regime, Requisito Subjetivo, Falta Grave, Regressão Cautelar, Habeas Corpus Substitutivo De Recurso Próprio, Atenção Ao Atestado De Boa Conduta Carcerária
Case Brief
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Parties
RONALDO SOUZA PORTO
Paciente
Defensoria Pública
Impetrante
Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Sul
Órgão Julgador
Juízo das Execuções Criminais
Autoridade Coatora
Procedural Posture
Habeas Corpus / Negado Seguimento
Legal Issues
- 1 cabimento de habeas corpus substitutivo de recurso próprio
- 2 requisito subjetivo para progressão de regime e valoração de faltas graves
- 3 valor probatório do atestado de conduta carcerária
Ratio Decidendi
Não se verificou flagrante ilegalidade apta a autorizar a concessão de ofício da ordem; o indeferimento da progressão ao regime semiaberto foi devidamente fundamentado pela Corte de origem com base em falta grave recente (3/7/2020) e consequente regressão, demonstrando ausência do requisito subjetivo, questão que depende de reexame fático-probatório vedado em sede de habeas corpus substitutivo de recurso próprio; assim, negou-se seguimento ao writ.
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