HC 1046760 - DECISAO

HC 1046760 - DECISAO

Não se conhece do habeas corpus por configurar sucedâneo de recurso próprio; não há ilegalidade flagrante apta a autorizar a ordem de ofício, e a exigência do exame criminológico foi fundamentada em elementos concretos do caso (histórico criminal, crime hediondo, violência ou grave ameaça e longa pena a cumprir), estando em conformidade com a jurisprudência e a Súmula 439 do STJ.

Parties
Paciente: ADÃO DE JESUS DOS SANTOS; Autoridade Coatora: TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO
Court
Superior Tribunal de Justiça
Jurisdiction
Brazil
Judgment Date
02 December 2025
Procedural Posture
Habeas Corpus / Decisão De Não Conhecimento
Outcome
Não conheço do habeas corpus (art. 210 do RISTJ)
Legal Topics
Progressão De Regime, Exame Criminológico, Habeas Corpus, Súmula 439/stj, Art. 112 Da Lei De Execução Penal

Case Brief

Summary, issues, holding and outcome

More case intelligence is available

Unlock the full research layer for this judgment.

Full judgment text Downloadable case file Legal principles 4 Authorities cited 17 Party arguments 2
Sign in to unlock

Parties

ADÃO DE JESUS DOS SANTOS

Paciente

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO

Autoridade Coatora

Procedural Posture

Habeas Corpus / Decisão De Não Conhecimento

  1. 1 cabimento do habeas corpus como sucedâneo de recurso próprio
  2. 2 exigência de exame criminológico para progressão de regime
  3. 3 fundamentação concreta para determinação de exame criminológico

Ratio Decidendi

Não se conhece do habeas corpus por configurar sucedâneo de recurso próprio; não há ilegalidade flagrante apta a autorizar a ordem de ofício, e a exigência do exame criminológico foi fundamentada em elementos concretos do caso (histórico criminal, crime hediondo, violência ou grave ameaça e longa pena a cumprir), estando em conformidade com a jurisprudência e a Súmula 439 do STJ.

Court Disposition

Não conheço do habeas corpus (art. 210 do RISTJ)

Orders

  • Não conhecer do habeas corpus nos termos do art. 210 do RISTJ
  • Cientifique-se o Ministério Público Federal