AREsp 2872678 - ACORDAO
Mantém-se a decisão de pronúncia porque ela constitui mero juízo de admissibilidade e a apreciação da alegação de legítima defesa exigiria reexame do conjunto fático-probatório, o que é vedado pela Súmula 7/STJ; assim, não se conhece o recurso especial e nega-se provimento ao agravo regimental.
- Parties
- Agravante: JOÃO CARLOS BARROS DA SILVA
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 10 June 2025
- Procedural Posture
- Agravo Regimental / Julgado Negado Provimento
- Outcome
- Negado provimento ao agravo regimental.
- Legal Topics
- Pronúncia, Súmula 7/stj, Legítima Defesa, Homicídio Qualificado Tentado
Case Brief
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Parties
JOÃO CARLOS BARROS DA SILVA
Agravante
Procedural Posture
Agravo Regimental / Julgado Negado Provimento
Legal Issues
- 1 Se a decisão de pronúncia pode ser desconstituída sem revolvimento do conjunto fático-probatório
- 2 Se a confissão contextualizada em legítima defesa afasta a ilicitude do delito nesta fase recursal
Ratio Decidendi
Mantém-se a decisão de pronúncia porque ela constitui mero juízo de admissibilidade e a apreciação da alegação de legítima defesa exigiria reexame do conjunto fático-probatório, o que é vedado pela Súmula 7/STJ; assim, não se conhece o recurso especial e nega-se provimento ao agravo regimental.
Court Disposition
Negado provimento ao agravo regimental.
Orders
- Negar provimento ao agravo regimental.
Full Case Text
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