HC 1023741 - DECISAO

HC 1023741 - DECISAO

Não conhecer do habeas corpus, por ser a via substitutiva inadequada ao recurso previsto, inexistindo flagrante ilegalidade no ato de pronúncia; a decisão de pronúncia encontra suporte em elementos probatórios suficientes para a fase de admissibilidade (materialidade e indícios), em especial impressão digital papiloscópica e identificação biométrica, cabendo ao Tribunal do Júri o exame do mérito quando há versões conflitantes.

Parties
Paciente: CLAUDIO JUNIO SILVA DO NASCIMENTO; Autoridade Coatora: TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO - Rese n. HC n. 0004315-26.2024.8.19.0002; Ministério Público: MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL
Court
Superior Tribunal de Justiça
Jurisdiction
Brazil
Judgment Date
25 September 2025
Procedural Posture
Habeas Corpus Substitutivo De Recurso Próprio / Decisão De Não Conhecimento
Legal Topics
Pronúncia, Prova Papiloscópica E Identificação Biométrica, Contraditório, Supressão De Instância, Competência Do Júri, Prova Suficiente Para Pronúncia

Case Brief

Summary, issues, holding and outcome

More case intelligence is available

Unlock the full research layer for this judgment.

Full judgment text Downloadable case file Legal principles 5 Party arguments 2
Sign in to unlock

Parties

CLAUDIO JUNIO SILVA DO NASCIMENTO

Paciente

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO - Rese n. HC n. 0004315-26.2024.8.19.0002

Autoridade Coatora

MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL

Ministério Público

Procedural Posture

Habeas Corpus Substitutivo De Recurso Próprio / Decisão De Não Conhecimento

  1. 1 cabimento de habeas corpus substitutivo de recurso próprio
  2. 2 verificação de flagrante ilegalidade em decisão de pronúncia
  3. 3 suficiência de indícios para pronúncia com base em prova papiloscópica e identificação biométrica

Ratio Decidendi

Não conhecer do habeas corpus, por ser a via substitutiva inadequada ao recurso previsto, inexistindo flagrante ilegalidade no ato de pronúncia; a decisão de pronúncia encontra suporte em elementos probatórios suficientes para a fase de admissibilidade (materialidade e indícios), em especial impressão digital papiloscópica e identificação biométrica, cabendo ao Tribunal do Júri o exame do mérito quando há versões conflitantes.