AREsp 1807143 - ACORDAO
A pronúncia é juízo de admissibilidade que deve expor, de forma fundamentada e sucinta, os elementos que demonstram a materialidade do fato e indícios suficientes de autoria; no caso, o juízo de primeira instância limitou-se a apontar provas necessárias sem emitir juízo de certeza, não havendo excesso de linguagem, de modo que o agravo regimental foi negado provimento.
- Parties
- Agravante: FRANCISCO ANTÔNIO VIEIRA DE ALENCAR
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 21 June 2021
- Procedural Posture
- Agravo Regimental Em Recurso Especial / Julgamento Do Agravo Regimental No Superior Tribunal De Justiça (quinta Turma)
- Outcome
- Agravo regimental não provido
- Legal Topics
- Pronúncia, Excesso De Linguagem, Homicídio Qualificado, Provas, Fundamentação Judicial
Case Brief
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Parties
FRANCISCO ANTÔNIO VIEIRA DE ALENCAR
Agravante
Procedural Posture
Agravo Regimental Em Recurso Especial / Julgamento Do Agravo Regimental No Superior Tribunal De Justiça (quinta Turma)
Legal Issues
- 1 Excesso de linguagem na decisão de pronúncia
- 2 Natureza da pronúncia como juízo de admissibilidade (autoria/materialidade)
- 3 Vedação ao reexame de provas pelo STJ (Súmula 7)
Ratio Decidendi
A pronúncia é juízo de admissibilidade que deve expor, de forma fundamentada e sucinta, os elementos que demonstram a materialidade do fato e indícios suficientes de autoria; no caso, o juízo de primeira instância limitou-se a apontar provas necessárias sem emitir juízo de certeza, não havendo excesso de linguagem, de modo que o agravo regimental foi negado provimento.
Court Disposition
Agravo regimental não provido
Orders
- Negar provimento ao agravo regimental
Full Case Text
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