AREsp 2720761 - DECISAO
Conheceu-se do agravo em parte e negou-se provimento ao recurso especial porque o acórdão recorrido apresentou fundamentação fática e probatória suficiente, assentada em depoimentos (policial e das vítimas) e em elementos de rede social vinculando número telefônico ao recorrente; alegações de prova ilícita e de falsificação de assinatura demandariam dilação probatória e reexame de fatos, o que é vedado em recurso especial pela Súmula 7/STJ; tampouco se comprovou participação de menor importância diante da conclusão de que o recorrente foi o mentor intelectual do crime.
- Parties
- Agravante/recorrente/apelante: MARCUS VINICIUS MELLO DE FREITAS; Corréu/apelante: LUAN BARROS DA SILVA; Corréu/apelante: MÁRCIO SANTOS DA CONCEIÇÃO; Ministério Público: MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 03 December 2024
- Procedural Posture
- Agravo Em Recurso Especial / Agravo Interposto Contra Decisão Que Inadmitiu Recurso Especial
- Outcome
- Conheço do agravo para conhecer em parte do recurso especial e, nesta extensão, nego-lhe provimento.
- Legal Topics
- Prova Ilícita, In Dubio Pro Reo, Presunção De Inocência, Dosimetria Da Pena, Participação De Menor Importância, Inadmissão De Recurso Especial, Reexame De Matéria Fático Probatória (súmula 7/stj)
Case Brief
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Parties
MARCUS VINICIUS MELLO DE FREITAS
Agravante/recorrente/apelante
LUAN BARROS DA SILVA
Corréu/apelante
MÁRCIO SANTOS DA CONCEIÇÃO
Corréu/apelante
MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL
Ministério Público
Procedural Posture
Agravo Em Recurso Especial / Agravo Interposto Contra Decisão Que Inadmitiu Recurso Especial
Legal Issues
- 1 legalidade da prova obtida a partir do celular do corréu LUAN
- 2 validade do depoimento extrajudicial do corréu e alegação de falsificação de assinatura
- 3 suficiência da prova para comprovação da autoria (art. 386, VII do CPP)
Ratio Decidendi
Conheceu-se do agravo em parte e negou-se provimento ao recurso especial porque o acórdão recorrido apresentou fundamentação fática e probatória suficiente, assentada em depoimentos (policial e das vítimas) e em elementos de rede social vinculando número telefônico ao recorrente; alegações de prova ilícita e de falsificação de assinatura demandariam dilação probatória e reexame de fatos, o que é vedado em recurso especial pela Súmula 7/STJ; tampouco se comprovou participação de menor importância diante da conclusão de que o recorrente foi o mentor intelectual do crime.
Court Disposition
Conheço do agravo para conhecer em parte do recurso especial e, nesta extensão, nego-lhe provimento.
Orders
- Intimem-se.
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