AREsp 2939257 - DECISAO
Conheceu-se do agravo e não se conheceu do Recurso Especial por deficiência na fundamentação (incidência da Súmula 284/STF) e ausência de prequestionamento sobre as matérias apontadas (incidência das Súmulas 282/STF e 211/STJ); ademais, o Tribunal de origem corretamente decidiu que a supressão do adicional por tempo...
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- Parties
- Agravante: MUNICÍPIO DE BUÍQUE; Recorridas: Autoras/Recorridas
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 28 July 2025
- Procedural Posture
- Agravo / Decisão Que Conheceu Do Agravo E Não Conheceu Do Recurso Especial
- Outcome
- Conheço do Agravo para não conhecer do Recurso Especial
- Legal Topics
- Quinquênios, Autonomia Municipal, Princípio Da Legalidade, Prequestionamento, Admissibilidade Do Recurso Especial, Súmulas (stf E Stj), Ônus Da Prova (art. 373 Cpc)
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Parties
MUNICÍPIO DE BUÍQUE
Agravante
Autoras/Recorridas
Recorridas
Procedural Posture
Agravo / Decisão Que Conheceu Do Agravo E Não Conheceu Do Recurso Especial
Legal Issues
- 1 Se a Emenda Constitucional Estadual e alteração legislativa estadual impedem o pagamento de quinquênios a servidores municipais sem lei municipal revogatória
- 2 Se houve violação ao art. 2º da Lei 9.784/1999 (princípio da legalidade) e aos arts. 85, §§2º e 3º, 373 I, e 489 §1º, I, II e III do CPC
- 3 Se houve pré-questionamento e demonstração suficiente de ofensa a dispositivo de lei federal necessária à admissibilidade do Recurso Especial
Ratio Decidendi
Conheceu-se do agravo e não se conheceu do Recurso Especial por deficiência na fundamentação (incidência da Súmula 284/STF) e ausência de prequestionamento sobre as matérias apontadas (incidência das Súmulas 282/STF e 211/STJ); ademais, o Tribunal de origem corretamente decidiu que a supressão do adicional por tempo de serviço (quinquênio) depende de lei municipal, não se operando automaticamente pela emenda constitucional estadual.
Court Disposition
Conheço do Agravo para não conhecer do Recurso Especial
Orders
- Conheço do Agravo para não conhecer do Recurso Especial
- Publique-se
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DECISÃO Cuida-se de Agravo apresentado por MUNICÍPIO DE BUÍQUE à decisão que não admitiu seu Recurso Especial. O apelo, fundamentado no artigo 105, III, alínea "a", da CF/88, visa reformar acórdão proferido pelo TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE PERNAMBUCO, assim resumido: CONSTITUCIONAL E ADMINISTATIVO. MUNICÍPIO DE SANHARÓ. REGIME JURÍDICO DE SERVIDOR. EMENDA À CONSTITUIÇÃO ESTADUAL 16/99. ALTERAÇÕES NA LEI ESTADUAL 6.123/68. APLICABILIDADE IMEDIATA NO ÂMBITO MUNICIPAL. IMPOSSIBILIDADE. AUTONOMIA DO ENTE FEDERATIVO. NECESSIDADE DE LEI LOCAL. IMPROVIMENTO DO APELO. DECISÃO UNÂNIME. Quanto à controvérsia, pela alínea "a" do permissivo constitucional, a parte recorrente aduz ofensa ao art. 2º, da Lei n. 9.784/1999; bem como aos arts. 85, §§ 2º e 3º, 373, I, e 489 § 1º, I, II e III, do CPC, no que concerne à inobservância ao princípio da legalidade em virtude da manutenção da condenação imposta pelo juízo a quo, que determinou o pagamento de quinquênios à parte adversa a despeito da limitação contida na Constituição do Estado de Pernambuco; além de não ter sido demonstrado nos autos os requisitos para percepção de tal pretensão, porquanto, "em nenhum momento, apresentaram provas suficientemente capazes de comprovar os seus direitos ao recebimento dos referidos "quinquênios", sendo essencial a apresentação de documentos que demonstrasse seu direito" (fl. 388). Argumenta ainda: De introito, após a análise detida do caso dos autos, nota-se que o acórdão recorrido viola o artigo 2º da Lei nº 9.784/99, no que tange o princípio da legalidade, pois manteve incólume a Sentença proferida pelo Juízo a quo, que condenou o Município de Buíque ao pagamento equivalente a 2 (dois) quinquênios, como também ao pagamento do retroativo limitado aos 5 (cinco) anos anteriores ao ajuizamento da ação mesmo diante da previsão expressa no bojo da Constituição do Estado de Pernambuco, no sentido de impedir o pagamento da gratificação por tempo de serviço (quinquênio), devendo ser interpretado o Estatuto dos Servidores Públicos à luz das disposições constitucionais. Ora, perante a norma da Constituição Estadual, no sentido de impedir o pagamento da gratificação por tempo de serviço, não se faz mais possível o pagamento da verba então objeto da condenação, sobretudo à míngua de legislação municipal que o preveja. .. Então, considerando que não existe previsão na Lei Municipal de pagamento de quinquênios, que pudesse permitir que o Município de Buíque realizasse o pagamento de benefício já extinto, há uma clara violação ao Princípio da Legalidade na decisão judicial recorrida, insculpido pelo artigo 2º, da Lei nº 9.784/99, já que não há mais qualquer Lei que preveja este tipo de benefício para os servidores públicos do Município. .. No mais, é sabido que para a percepção de quinquênio devem ser preenchidos requisitos legais, dentre eles os 5 (cinco) anos de exercício ininterrupto, em que não haja sofrido qualquer penalidade administrativa. Desse modo, é válido destacar que as Recorridas, em nenhum momento, apresentaram provas suficientemente capazes de comprovar os seus direitos ao recebimento dos referidos "quinquênios", sendo essencial a apresentação de documentos que demonstrasse seu direito, nos termos do art. 373, inciso I, do CPC/15. Isto porque, segundo o art. 373, inciso I, do CPC/15, cabe ao autor a demonstração do fato constitutivo do seu direito, sendo que no caso em tela, as Autoras/Recorridas não comprovaram preencher todos os requisitos para percepção de quinquênios, mesmo considerando que com o advento da Constituição Estadual, não se aplicaria mais a Lei Municipal nº 072/92, não havendo prova nos autos de que as Recorridas fazem jus às verbas pleiteadas, sendo clarividente, assim, que o Acórdão recorrido viola o dispositivo do Código Processual, especificamente, o artigo 373, inciso I, do CPC/2015 (fls. 387-388). É o relatório. Decido. Quanto à controvérsia, no que tange aos arts. 85, §§ 2º e 3º e 489 § 1º, I, II e III, do CPC, incide a Súmula n. 284/STF, tendo em vista que a parte recorrente não demonstrou, de forma clara, direta e particularizada, como o acórdão recorrido violou o(s) dispositivo(s) de lei federal, o que atrai, por conseguinte, a aplicação do referido enunciado: "É inadmissível o recurso extraordinário, quando a deficiência na sua fundamentação não permitir a exata compreensão da controvérsia". Dessarte: "Evidencia-se a deficiência na fundamentação recursal quando o recorrente indica os artigos de lei federal que teriam sido violados, mas não desenvolve argumentação suficiente a fim de demonstrar a inequívoca ofensa aos dispositivos mencionados nas razões do recurso, situação que caracteriza deficiência na argumentação recursal e atrai, por analogia, o óbice da Súmula n. 284 do STF" ;(AgInt no REsp n. 2.059.001/RS, relator Ministro Benedito Gonçalves, Primeira Turma, DJEN de 23/12/2024). Confiram-se ainda os seguintes julgados: AgInt no REsp n. 2.174.828/DF, relatora Ministra Regina Helena Costa, Primeira Turma, DJEN de 27/2/2025; AgRg nos EDcl no AREsp n. 2.442.094/PR, relator Ministro Ribeiro Dantas, Quinta Turma, DJEN de 6/12/2024; AgInt no REsp n. 2.131.333/RJ, relator Ministro Francisco Falcão, Segunda Turma, DJEN de 2/12/2024; AgRg nos EDcl no REsp n. 2.136.200/RJ, relator Ministro Joel Ilan Paciornik, Quinta Turma, DJe de 25/11/2024; AgRg no AREsp n. 2.566.408/MT, relator Ministro Otávio de Almeida Toledo (Desembargador Convocado do TJSP), Sexta Turma, DJe de 6/11/2024; AgInt no AREsp n. 2.542.223/SP, relator Ministro Antonio Carlos Ferreira, Quarta Turma, DJe de 30/8/2024; AgInt no AREsp n. 2.411.552/DF, relatora Ministra Maria Isabel Gallotti, Quarta Turma, DJe de 3/7/2024; (REsp n. 1.883.187/RJ, relator Ministro Antonio Saldanha Palheiro, Sexta Turma, DJe de 14/12/2022; AgInt no AgInt no AREsp n. 2.106.824/RJ, relator Ministro Marco Aurélio Bellizze, Terceira Turma, DJe de 18/11/2022. Ademais, quanto aos mesmos dispositivos legais acima indicados, incidem as Súmulas n. 282/STF e 356/STF, porquanto as questões não foram examinadas pela Corte de origem, tampouco foram opostos embargos de declaração para tal fim. Dessa forma, ausente o indispensável requisito do prequestionamento. Por certo: "O Tribunal de origem não se manifestou sobre a alegação de preclusão do direito a pleitear nova produção de provas após o juízo saneador, tampouco foram opostos embargos declaratórios para suprir eventual omissão. Portanto, à falta do necessário prequestionamento, incide o óbice da Súmula 282/STF" (AgInt no AREsp n. 2.700.152/RS, relator Ministro Sérgio Kukina, Primeira Turma, DJEN de 21/3/2025). A propósito: AgInt no REsp n. 1.974.222/PR, relator Ministro Paulo Sérgio Domingues, Primeira Turma, DJEN de 21/3/2025; AgInt no AREsp n. 2.646.591/PE, relator Ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, Terceira Turma, DJEN de 28/3/2025; AREsp n. 2.645.864/AL, relator Ministro Moura Ribeiro, Terceira Turma, DJEN de 20/3/2025; AgInt no AREsp n. 2.732.642/SP, relator Ministro Teodoro Silva Santos, Segunda Turma, DJEN de 18/3/2025; AgRg no REsp n. 2.142.363/SP, relator Ministro Reynaldo Soares da Fonseca, Quinta Turma, DJEN de 5/3/2025; AgRg no AREsp n. 2.402.126/SC, relator Ministro Ribeiro Dantas, Quinta Turma, DJEN de 26/2/2025; REsp n. 2.009.683/SP, relatora Ministra Daniela Teixeira, Quinta Turma, DJEN de 25/2/2025; AgInt no REsp n. 2.162.145/RR, relatora Ministra Regina Helena Costa, Primeira Turma, DJEN de 20/2/2025; AgInt nos EDcl no REsp n. 1.933.409/PA, relator Ministro Antonio Carlos Ferreira, Quarta Turma, DJEN de 19/12/2024; AgRg no AREsp n. 1.574.507/TO, relator Ministro Antonio Saldanha Palheiro, Sexta Turma, DJEN de 9/12/2024. Doutra banda, no que tange aos arts. 2º, da Lei n. 9.784/1999; e 373, I, do CPC, incide a Súmula n. 211/STJ, porquanto as questões não foram examinadas pela Corte de origem, a despeito da oposição de Embargos de Declaração. Assim, ausente o requisito do prequestionamento. Nesse sentido: "A ausência de enfrentamento da questão objeto da controvérsia pelo Tribunal a quo, não obstante oposição de embargos declaratórios, impede o acesso à instância especial, porquanto não preenchido o requisito constitucional do prequestionamento, nos termos da Súmula n. 211/STJ" (AgInt nos EDcl no REsp n. 1.738.596/RJ, relatora Ministra Regina Helena Costa, Primeira Turma, ;DJEN de 26/3/2025). Na mesma linha: "A alegada violação ao art. 489, § 1º, I, II, III e IV, do CPC não foi examinada pelo Tribunal de origem, nada obstante a oposição de embargos de declaração. Logo, incide a Súmula n. 211/STJ, porquanto ausente o indispensável prequestionamento" (AgInt no AREsp n. 2.100.337/MG, relator Ministro Sérgio Kukina, Primeira Turma, DJEN de 21/3/2025). Confiram-se ainda os seguintes julgados: EDcl nos EDcl no AgRg no AREsp n. 2.545.573/ES, relator Ministro Antonio Saldanha Palheiro, Sexta Turma, DJEN de 25/3/2025; AgRg no AREsp n. 2.466.924/SP, relator Ministro Joel Ilan Paciornik, Quinta Turma, DJEN de 26/3/2025; AREsp n. 2.832.933/GO, relator Ministro Moura Ribeiro, Terceira Turma, DJEN de 21/3/2025; AREsp n. 2.802.139/RJ, relatora Ministra Nancy Andrighi, Terceira Turma, DJEN de 27/3/2025; AREsp n. 1.354.597/PR, relator Ministro Humberto Martins, Terceira Turma, DJEN de 20/3/2025; REsp n. 2.073.535/SP, relator Ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, Terceira Turma, DJEN de 20/3/2025; AgInt no AREsp n. 2.623.773/GO, relator Ministro Teodoro Silva Santos, Segunda Turma, DJEN de 18/3/2025; AgInt no AREsp n. 2.243.277/SP, relator Ministro Marco Aurélio Bellizze, Segunda Turma, DJEN de 19/3/2025; AgRg no REsp n. 2.100.417/RJ, relator Ministro Reynaldo Soares da Fonseca, Quinta Turma, DJEN de 10/3/2025; AgInt nos EDcl no AREsp n. 2.569.581/SP, relator Ministro Antonio Carlos Ferreira, Quarta Turma, DJEN de 28/2/2025; AgInt no AREsp n. 2.503.989/MG, relator Ministro Raul Araújo, Quarta Turma, DJEN de 27/2/2025. Por fim, quanto à controvérsia, observa-se que o acórdão recorrido assim decidiu: A referida extinção, no entanto, não pode ser extensível de imediato aos servidores públicos do Município de Buíque. Isso porque, sabe-se que - em face do princípio da autonomia administrativa previsto no art. 30, I, da Constituição Federal de 1988 - o Município detém competência para elaborar o regime jurídico de seus servidores, observando as normas constitucionais aplicáveis aos servidores públicos. Assim, para que haja a supressão do adicional por tempo de serviço é imprescindível a edição de lei pelo respectivo ente político, em observância ao processo legislativo. Sobre a matéria em debate, este Tribunal já pacificou o entendimento quanto à impossibilidade de supressão automática do adicional por tempo de serviço (quinquênio) do rol dos direitos dos servidores públicos municipais, sem que exista lei municipal para tanto. Eis o teor da súmula nº 128: Súmula 128/ TJPE: "É devido o adicional por tempo de serviço (quinquênios) até que Lei Municipal revogue referido benefício, não bastando para esse fim a simples remissão à EC n. 16, de 1999" (fl. 344). Aplicável, portanto, a Súmula n. 284/STF, tendo em vista que as razões delineadas no Recurso Especial estão dissociadas dos fundamentos utilizados no aresto impugnado, pois a parte recorrente não impugnou, de forma específica, os seus fundamentos, o que atrai a aplicação, por conseguinte, do referido enunciado: "É inadmissível o recurso extraordinário, quando a deficiência na sua fundamentação não permitir a exata compreensão da controvérsia". Nesse sentido, esta Corte Superior de Justiça já se manifestou na linha de que, "Aplicável, portanto, o óbice da Súmula n. 284/STF, uma vez que as razões recursais delineadas no especial estão dissociadas dos fundamentos utilizados no aresto impugnado, tendo em vista que a parte recorrente não impugnou, de forma específica, os seus fundamentos, o que atrai a aplicação, por conseguinte, do referido enunciado: "É inadmissível o recurso extraordinário, quando a deficiência na sua fundamentação não permitir a exata compreensão da controvérsia" (AgInt no AREsp n. 2.604.183/PR, relator Ministro Francisco Falcão, Segunda Turma, DJEN de 2/12/2024). Confiram-se ainda os seguintes julgados: AgInt no AREsp n. 2.734.491/SP, relator Ministro Raul Araújo, Quarta Turma, DJEN de 25/3/2025; AgInt no AREsp n. 2.267.385/ES, relator Ministro Sérgio Kukina, Primeira Turma, DJEN de 21/3/2025; AgInt no AREsp n. 2.638.758/RJ, relator Ministro Afrânio Vilela, Segunda Turma, DJEN de 20/3/2025; AgInt no AREsp n. 2.722.719/PE, relator Ministro Francisco Falcão, Segunda Turma, DJEN de 5/3/2025; AgInt no AREsp n. 2.787.231/PR, relator Ministro Carlos Cini Marchionatti (Desembargador Convocado TJRS), Terceira Turma, DJEN de 28/2/2025; AgRg no AREsp n. 2.722.720/RJ, relator Ministro Ribeiro Dantas, Quinta Turma, DJEN de 26/2/2025; AgInt no AREsp n. 2.751.983/SP, relator Ministro Moura Ribeiro, Terceira Turma, DJEN de 21/2/2025; AgInt no REsp n. 2.162.145/RR, relatora Ministra Regina Helena Costa, Primeira Turma, DJEN de 20/2/2025; AgInt nos EDcl no AREsp n. 2.256.940/SP, relator Ministro Marco Buzzi, Quarta Turma, DJEN de 9/12/2024; AgRg no AREsp n. 2.689.934/SP, relator Ministro Joel Ilan Paciornik, Quinta Turma, DJEN de 9/12/2024; AgInt nos EDcl no AREsp n. 2.421.997/SP, relator Ministro Teodoro Silva Santos, Segunda Turma, DJe de 19/11/2024; EDcl no AgRg nos EDcl no AREsp n. 2.563.576/SP, relator Ministro Rogerio Schietti Cruz, Sexta Turma, DJe de 7/11/2024; AgInt no AREsp n. 2.612.555/DF, relator Ministro Marco Aurélio Bellizze, Terceira Turma, DJe de 5/11/2024; AgInt nos EDcl no AREsp n. 2.489.961/PR, relator Ministro Gurgel de Faria, Primeira Turma, DJe de 28/10/2024; AgInt no AREsp n. 2.555.469/SP, relator Ministro Herman Benjamin, Segunda Turma, DJe de 20/8/2024; AgInt no AREsp n. 2.377.269/SP, relator Ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, Terceira Turma, DJe de 7/3/2024. Ante o exposto, com base no art. 21-E, V, do Regimento Interno do Superior Tribunal de Justiça, conheço do Agravo para não conhecer do Recurso Especial. Publique-se. Intimem-se. EMENTA