REsp 2090069 - DECISAO
Conheceu-se parcialmente do recurso especial e, nessa extensão, negou-se provimento, porque a Corte de origem enfrentou e fundamentou as questões relevantes, aplicou o entendimento do STJ sobre reafirmação da DER (Tema 995/REsp 1.727.069) fixando o termo inicial em 17.01.2018 e a incidência de juros a partir da...
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- Parties
- Recorrente: Instituto Nacional do Seguro Social - INSS; Autor: autor
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 24 September 2024
- Procedural Posture
- Recurso Especial / Julgamento
- Outcome
- Recurso especial parcialmente conhecido e, nessa extensão, negado provimento
- Legal Topics
- Reafirmação Da DER, Juros De Mora, Honorários Advocatícios, Prescrição Quinquenal, Tema 995/stj, Súmulas 283 E 284/stf
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Parties
Instituto Nacional do Seguro Social - INSS
Recorrente
autor
Autor
Procedural Posture
Recurso Especial / Julgamento
Legal Issues
- 1 reafirmação da Data de Entrada do Requerimento (DER) para o momento de implementação dos requisitos
- 2 incidência de juros de mora a partir da citação ou apenas após 45 dias
- 3 fixação do termo inicial do benefício e pagamento de parcelas atrasadas
Ratio Decidendi
Conheceu-se parcialmente do recurso especial e, nessa extensão, negou-se provimento, porque a Corte de origem enfrentou e fundamentou as questões relevantes, aplicou o entendimento do STJ sobre reafirmação da DER (Tema 995/REsp 1.727.069) fixando o termo inicial em 17.01.2018 e a incidência de juros a partir da citação, não havendo impugnação dos fundamentos autônomos suficientes pelo recorrente, o que autoriza a aplicação das Súmulas 283 e 284 do STF.
Court Disposition
Recurso especial parcialmente conhecido e, nessa extensão, negado provimento
Orders
- Conhecer parcialmente do recurso especial e, na extensão conhecida, negar-lhe provimento
- Majorar em 10% os honorários sucumbenciais caso tenham sido fixados anteriormente, observados os §§ 2º, 3º e 11 do art. 85 do CPC/2015 e o § 3º do art. 98 do CPC/2015
Full Case Text
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1 paragraphs
DECISÃO Trata-se de recurso especial interposto pelo Instituto Nacional do Seguro Social - INSS, com fundamento no artigo 105, III, "a", da Constituição Federal, contra acórdão proferido pelo TRF da 3ª Região, assim ementado (fls. 315-316): PREVIDENCIÁRIO. PROCESSUAL CIVIL. AGRAVOS INTERNOS. ART. 1.021 DO NCPC. APOSENTADORIA POR TEMPO DE CONTRIBUIÇÃO. ATIVIDADE ESPECIAL. NÃO COMPROVADA. REAFIRMAÇÃO DA DER. APLICAÇÃO DE FATO SUPERVENIENTE. POSSIBILIDADE. JUROS DE MORA. ARTIGO 3º DA EMENDA CONSTITUCIONAL Nº 113/2021. APLICAÇÃO A PARTIR DE SUA VIGÊNCIA. HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS. PARTE DO AGRAVO INTERNO NÃO CONHECIDO. HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS I - A decisão agravada consignou que o lapso de 06.03.1997 a18.11.2003 (89,5 dB) deve ser considerado como comum, diante da sujeição à pressão sonora em patamar abaixo do limite de tolerância de 90 decibéis (Decreto nº 2.172/1997 - código 2.0.1). II - Mantido os termos da decisão agravada que considerou como tempo comum o interregno de 03.06.1988 a 03.02.1989, vez que ainda que conste o registro em CTPS como estabelecimento de agropecuária, o empregador é pessoa física, inviabilizando o enquadramento da atividade como especial, conforme retromencionado. III - No julgamento do Tema 995, transitado em julgado em 29.10.2020, o E. Superior Tribunal de Justiça, firmou o entendimento no sentido de que é possível a reafirmação da DER para o momento em que implementados os requisitos necessários à jubilação, ainda que deva ser considerado tempo de contribuição posterior ao ajuizamento da ação. IV - Tendo em vista que o autor não implementou os requisitos necessários à jubilação na DER, a decisão monocrática apurou tempo de contribuição posterior ao requerimento administrativo, conforme entendimento jurisprudencial acima transcrito. V - Mantido o termo inicial do benefício fixado a partir da data da implementação dos requisitos à aposentação (17.01.2018 -reafirmação da DER), anterior à citação (22.01.2018, Id.137345855 -Pág. 1), em conformidade com sólido entendimento jurisprudencial. Não há prestações atingidas pela prescrição quinquenal, tendo em vista que o ajuizamento da ação se deu em 27.09.2017. VI - A decisão consignou que a correção monetária e os juros demora deverão ser calculados de acordo com a lei de regência, estes últimos contados da citação, observando-se as teses firmadas pelo E. STF no julgamento do RE 870.947/SE, bem como o dispositivo no art. 3º da Emenda Constitucional nº 113/2021, a partir da sua vigência. Observo, todavia, que havendo a decisão impugnada disposto neste sentido, não deve ser conhecido o agravo do réu neste aspecto. VII - Os juros de mora deverão incidir a partir da citação, nos termos do decisum guerreado, porquanto a DIB foi fixada em data anterior àquele ato processual. VIII - Mantidos os honorários advocatícios nos termos do decisum impugnado, ante o parcial provimento à apelação do réu e à remessa oficial tida por interposta. IX - Agravo interno do INSS não conhecido em parte e na parte conhecida improvido. Agravos interno interposto pelo autor improvido. Embargos de declaração rejeitados. O recorrente alega violação dos artigos 11, 489, II, parágrafo 1º, incisos IV e VI e 1.022, II e parágrafo único, do CPC/2015, ao argumento de que a Corte de origem não se manifestou a respeito das seguintes questões: (a) impossibilidade de pagamento de atrasados anteriormente ao implementos dos requisitos; (b) inexigibilidade de juros de mora sobre as parcelas vencidas, os quais somente poderão ser aplicados após 45 dias caso o INSS não efetive a implantação do benefício; (c) impossibilidade de condenação em honorários advocatícios sobre o valor da condenação, em razão da ausência de sucumbência; (d) não houve manifestação acerca da aplicação do Tema 995/STJ à hipótese. Quanto às questões de fundo, sustenta ofensa aos artigos 49, I, alínea "b" e II e 54 da Lei n. 8.213/1991; 389, 394, 395 e 396 do Código Civil; 927, III, e 85, caput, do CPC/2015, sob os seguintes argumentos: (a) o benefício é devido a partir da data do requerimento do benefício (art. 49, I, "b" e II e art. 54) e, não havendo o requerimento, o ato judicial que reconhecer o direito fará as vezes do ato para incidência da norma e perfectibilização do direito, fixando nele o termo inicial do benefício, devendo ser afastadas as parcelas pretéritas; (b) os juros moratórios só incidem após 45 dias da intimação do INSS para o cumprimento da obrigação, nos termos do Tema 995/STJ; (c) deve ser reformada a condenação em honorários, uma vez que, não obstante a reafirmação da DER ter ocorrido somente em juízo, não houve resistência do INSS, estando ausente sucumbência. Com contrarrazões. Juízo positivo de admissibilidade às fls. 445-449. É o relatório. Passo a decidir. Consigne-se inicialmente que o recurso foi interposto contra acórdão publicado na vigência do Código de Processo Civil de 2015, devendo ser exigidos os requisitos de admissibilidade na forma nele previsto, conforme Enunciado Administrativo n. 3/2016/STJ. Afasta-se a alegada violação do artigo 1.022 do CPC/2015, porquanto o acórdão recorrido manifestou-se de maneira clara e fundamentada a respeito das questões relevantes para a solução da controvérsia. A tutela jurisdicional foi prestada de forma eficaz, não havendo razão para a anulação do acórdão proferido em sede de embargos de declaração. No mérito, verifica-se que a Corte de Origem analisou a controvérsia sob a seguinte fundamentação: No tocante ao julgamento do Tema 995, transitado em julgado em 29.10.2020, o E. Superior Tribunal de Justiça, firmou o entendimento no sentido de que é possível a reafirmação da DER para o momento em que implementados os requisitos necessários à jubilação, ainda que deva ser considerado tempo de contribuição posterior ao ajuizamento da ação. Confira-se a ementa do julgado supramencionado: PROCESSUAL CIVIL E PREVIDENCIÁRIO. RECURSO ESPECIAL REPETITIVO. ENUNCIADO ADMINISTRATIVO 3/STJ. REAFIRMAÇÃODA DER (DATA DE ENTRADA DO REQUERIMENTO). CABIMENTO. RECURSO ESPECIAL PROVIDO. 1. O comando do artigo 493 do CPC/2015 autoriza a compreensão de que a autoridade judicial deve resolver a lide conforme o estado em que ela se encontra. Consiste em um dever do julgador considerar o fato superveniente que interfira na relação jurídica e que contenha um liame com a causa de pedir. 2. O fato superveniente a ser considerado pelo julgador deve guardar pertinência com a causa de pedir e pedido constantes na petição inicial, não servindo de fundamento para alterar os limites da demanda fixados após a estabilização da relação jurídico-processual. 3. A reafirmação da DER (data de entrada do requerimento administrativo), objeto do presente recurso, é um fenômeno típico do direito previdenciário e também do direito processual civil previdenciário. Ocorre quando se reconhece o benefício por fato superveniente ao requerimento, fixando-se a data de início do benefício para o momento do adimplemento dos requisitos legais do benefício previdenciário. 4. Tese representativa da controvérsia fixada nos seguintes termos: É possível a reafirmação da DER (Data de Entrada do Requerimento)para o momento em que implementados os requisitos para a concessão do benefício, mesmo que isso se dê no interstício entre o ajuizamento da ação e a entrega da prestação jurisdicional nas instâncias ordinárias, nos termos dos arts. 493 e 933 do CPC/2015, observada a causa de pedir. 5. No tocante aos honorários de advogado sucumbenciais, descabe sua fixação, quando o INSS reconhecer a procedência do pedido à luz do fato novo.6. Recurso especial conhecido e provido, para anular o acórdão proferido em embargos de declaração, determinando ao Tribunal a quo um novo julgamento do recurso, admitindo-se a reafirmação da DER.(STJ, REsp n. 1.727.069/SP, Primeira Seção, Rel. Ministro Mauro Campell Marques, Julgamento em 23.10.2018, DJe 02.12.2019). Portanto, tratando-se de fato superveniente não há que se falar em falta de interesse de agir. Sendo assim, tendo em vista que o autor não implementou os requisitos necessários à jubilação na DER (20.05.2016), a decisão monocrática apurou que, em 17.01.2018, o interessado totalizou 35 anos e 1 dia de tempo de serviço, suficiente à concessão de aposentadoria integral por tempo de serviço, calculado nos termos do art. 29, I, da Lei 8.213/91, na redação dada pela Lei 9.876/99, Mantido o termo inicial do benefício fixado a partir da data da implementação dos requisitos à aposentação (17.01.2018 -reafirmação da DER), anterior à citação (22.01.2018, Id.137345855 -Pág. 1), em conformidade com sólido entendimento jurisprudencial. Não há prestações atingidas pela prescrição quinquenal, tendo em vista que o ajuizamento da ação se deu em 27.09.2017. A decisão consignou que a correção monetária e os juros de mora deverão ser calculados de acordo com a lei de regência, estes últimos contados da citação, observando-se as teses firmadas pelo E. STF no julgamento do RE 870.947/SE, bem como o dispositivo no art. 3º da Emenda Constitucional nº 113/2021, a partir da sua vigência. Observo, todavia, que havendo a decisão impugnada disposto nesse sentido, não deve ser conhecido o agravo do réu neste aspecto. Aliás, os juros de mora deverão incidir a partir da citação, nos termos do decisum guerreado, porquanto a DIB foi fixada em data anterior àquele ato processual. Por fim, deve ser mantido os honorários advocatícios nos termos do decisum impugnado, ante o parcial provimento à apelação do réu e à remessa oficial tida por interposta. Ademais, assim constou do acórdão integrativo (fls. 404-411): .. a controvérsia firmada pelo E. STJ diz respeito ao termo inicial dos efeitos financeiros dos benefícios previdenciários, e não propriamente à data de início do benefício, momento no qual o segurado deu ciência ao INSS dos fatos constitutivos de seu direito, a despeito de eventual incompletude dos documentos comprobatórios. Portanto, no caso vertente, o termo inicial da concessão do benefício, para fins de cálculo da respectiva RMI, deve ser fixado na data do implemento dos requisitos (17.01.2018) pois, em que pese o documento relativo à atividade especial (laudo pericial acostado aos autos) tenha sido apresentado/produzido em Juízo, ou seja, posteriormente ao requerimento administrativo, seu direito já se encontrava configurado, incorporando-se ao seu patrimônio jurídico. .. Outrossim, considerando que o termo da reafirmação da DER foi fixado anteriormente à citação, não há que se falar na incidência de juros de mora após decorrido o prazo de 45 dias para o INSS implantar o benefício. Ocorre que o recorrente não impugnou os referidos fundamentos nas razões do recurso especial que, por si só, asseguram o resultado do julgamento ocorrido na Corte de origem e tornam inadmissível o recurso. Aplica-se ao caso a Súmula 283/STF. Ademais, verifica-se que as alegações do recorrente sobre eventual ofensa à lei federal não estão devidamente particularizadas de forma clara e específica e não têm em si correspondência com os fundamentos aplicados pelo acórdão recorrido, situação que impede a exata compreensão da controvérsia deduzida. Aplica-se à hipótese a Súmula 284/STF. Ilustrativamente: PROCESSUAL CIVIL. AGRAVO INTERNO NO RECURSO ESPECIAL. CPC/2015. APLICABILIDADE. VIOLAÇÃO AO ART. 1.022 DO CPC/2015. INOCORRÊNCIA. DECADÊNCIA. AFASTADA PELA CORTE DE ORIGEM COM BASE EM FUNDAMENTO NÃO IMPUGNADO. RAZÕES RECURSAIS DIVERSAS. SÚMULA N. 283 E 284 DO STF. CONTRIBUIÇÃO AO FGTS. INCIDÊNCIA SOBRE AJUDA DE CUSTO E ADICIONAL DE TRANSFERÊNCIA. LEGITIMIDADE. MULTA PREVISTA NO ART. 1.021, § 4º, DO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL DE 2015. DESCABIMENTO. I - Consoante o decidido pelo Plenário desta Corte na sessão realizada em 09.03.2016, o regime recursal será determinado pela data da publicação do provimento jurisdicional impugna do. In casu, aplica-se o Código de Processo Civil de 2015 para o agravo interno. II - A Corte de origem apreciou todas as questões relevantes apresentadas com fundamentos suficientes, mediante apreciação da disciplina normativa e cotejo ao posicionamento jurisprudencial aplicável à hipótese. Inexistência de omissão, contradição ou obscuridade. III - O fundamento que sustenta o acórdão recorrido para afastar a decadência não está refutado nas razões do recurso especial, que apresentam argumentação diversa. É deficiente o recurso quando a parte recorrente deixa de impugnar fundamento suficiente para manter o julgado impugnado, apresentando razões recursais dissociadas. Incidência, por analogia, das Súmulas n. 283 e 284/STF. IV - Esta Corte de Justiça possui o entendimento firmado segundo o qual somente em relação às verbas expressamente excluídas pela lei é que não haverá a incidência do FGTS, a teor do disposto no art. 15, caput, e § 6º, da Lei n. 8.036/1990: apenas as parcelas taxativamente arroladas no art. 28, § 9º, da Lei n. 8.212/1991 estão excluídas da base de cálculo da contribuição para o FGTS. V - Em regra, descabe a imposição da multa, prevista no art. 1.021, § 4º, do Código de Processo Civil de 2015, em razão do mero improvimento do Agravo Interno em votação unânime, sendo necessária a configuração da manifesta inadmissibilidade ou improcedência do recurso a autorizar sua aplicação, o que não ocorreu no caso. VI - Agravo Interno improvido. (AgInt no REsp n. 2.123.785/RJ, relatora Ministra Regina Helena Costa, Primeira Turma, julgado em 24/6/2024, DJe de 26/6/2024.) (Grifei). PROCESSUAL CIVIL. RECURSO ESPECIAL. PREQUESTIONAMENTO. AUSÊNCIA. FUNDAMENTAÇÃO. DEFICIÊNCIA. ACÓRDÃO RECORRIDO. IMPUGNAÇÃO. INEXISTÊNCIA. FUNDAMENTO CONSTITUCIONAL. VIA INADEQUADA. 1. Não se conhece de recurso especial cuja controvérsia não foi objeto de prequestionamento, circunstância que atrai a incidência dos enunciados das Súmulas 282 e 356 do STF. 2. Hipótese em que o Tribunal de origem não emitiu juízo de valor sobre os arts. 8º, I e IV, da Lei n. 11.483/2007, 24, VIII, 25, IV, e 82, XII e XVII, e § 4º, da Lei n. 10.233/2001, indicados como contrariados, tampouco foram opostos embargos de declaração para fins de prequestionamento. 3. Incidem as Súmulas 283 e 284 do STF, em aplicação analógica, quando não impugnado fundamento autônomo e suficiente à manutenção do aresto recorrido, sendo considerada deficiente a fundamentação do recurso. 4. A alteração do julgado, nos moldes pretendidos, perpassa necessariamente pela interpretação do art. 109, I, da Constituição Federal, cuja competência é exclusiva da Suprema Corte, nos termos do art. 102 da CF/1988. 5. Agravo interno desprovido. (AgInt no REsp n. 2.057.664/RS, relator Ministro Gurgel de Faria, Primeira Turma, julgado em 10/6/2024, DJe de 14/6/2024.) (Grifei). Ante o exposto, conheço parcialmente do recurso especial e, nessa extensão, nego-lhe provimento. Caso tenham sido fixados honorários sucumbenciais anteriormente pelas instâncias ordinárias, majoro-os em 10% (dez por cento), observados os limites e parâmetros dos §§ 2º, 3º e 11 do artigo 85 do CPC/2015 e eventual Gratuidade da Justiça (§ 3º do artigo 98 do CPC/2015). Publique-se. Intimem-se. EMENTA PROCESSUAL CIVIL E PREVIDENCIÁRIO. RECURSO ESPECIAL. VIOLAÇÃO DOS ARTS. 11, 489 E 1.022 DO CPC/2015. NÃO OCORRÊNCIA. FUNDAMENTOS AUTÔNOMOS NÃO IMPUGNADOS. SÚMULA 283/STF. DEFICIÊNCIA NA ARGUMENTAÇÃO RECURSAL. SÚMULA 284/STF. RECURSO PARCIALMENTE CONHECIDO E, NESSA EXTENSÃO, DESPROVIDO.