AREsp 2670891 - DECISAO
Conheceu-se do agravo e não se conheceu do recurso especial porque a pretensão de absolvição ou desclassificação dependeria do revolvimento do conjunto fático-probatório dos autos, o que é vedado pela Súmula 7/STJ; além disso, as instâncias ordinárias concluíram que a materialidade, autoria e o dolo na receptação restaram demonstrados, aplicando-se o art. 156 do CPP quanto ao ônus de provar a origem lícita do bem.
- Parties
- Recorrente/agravante: PEDRO VITOR SILVA VIANA; Terceira/testemunha: Ana Carolina Pereira Costa; Testemunha: Cheila Silva de Sousa; Policial Civil/testemunha: Anderson Fernandes Marques; Tribunal Recorrido: Tribunal de Justiça do Estado de Tocantins; Interveniente/manifestante: Ministério Público Federal
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 20 September 2024
- Procedural Posture
- Agravo Em Recurso Especial / Conhecimento Do Agravo Para Não Conhecer Do Recurso Especial
- Outcome
- Conheço do agravo para não conhecer do recurso especial.
- Legal Topics
- Receptação, Desclassificação Para Modalidade Culposa, Dolo, Inversão Do Ônus Da Prova, Súmula 7/stj, Art. 180 Do Código Penal, Art. 156 Do Código De Processo Penal
Case Brief
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Parties
PEDRO VITOR SILVA VIANA
Recorrente/agravante
Ana Carolina Pereira Costa
Terceira/testemunha
Cheila Silva de Sousa
Testemunha
Anderson Fernandes Marques
Policial Civil/testemunha
Tribunal de Justiça do Estado de Tocantins
Tribunal Recorrido
Ministério Público Federal
Interveniente/manifestante
Procedural Posture
Agravo Em Recurso Especial / Conhecimento Do Agravo Para Não Conhecer Do Recurso Especial
Legal Issues
- 1 Se houve prova do dolo específico exigido pelo art. 180, caput, do Código Penal
- 2 Possibilidade de desclassificação do crime de receptação para a modalidade culposa (art. 180, §3º, CP)
- 3 Admissibilidade de reexame do conjunto fático-probatório na via do recurso especial diante da Súmula 7/STJ
Ratio Decidendi
Conheceu-se do agravo e não se conheceu do recurso especial porque a pretensão de absolvição ou desclassificação dependeria do revolvimento do conjunto fático-probatório dos autos, o que é vedado pela Súmula 7/STJ; além disso, as instâncias ordinárias concluíram que a materialidade, autoria e o dolo na receptação restaram demonstrados, aplicando-se o art. 156 do CPP quanto ao ônus de provar a origem lícita do bem.
Court Disposition
Conheço do agravo para não conhecer do recurso especial.
Orders
- Publique-se.
- Intimem-se.
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