AREsp 2773775 - DECISAO
Conheceu-se do agravo e não se conheceu do recurso especial porque o acórdão recorrido está em consonância com a jurisprudência dominante do STJ: mesmo havendo reconhecimento realizado na fase policial sem estrita observância do art. 226 do CPP, a condenação se manteve por estar lastreada em provas autônomas e corroboradas em juízo; a reavaliação dessas provas demandaria revolvimento fático-probatório vedado pela Súmula 7 do STJ, e o relator, com fundamento na Súmula 568 do STJ e no art. 253, parágrafo único, inciso II, alínea a, do Regimento Interno, decidiu monocraticamente pelo não conhecimento do recurso especial.
- Parties
- Agravante: MANOEL TIBURCIO DA COSTA; Respondente: Ministério Público do Estado do Paraná
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 13 February 2025
- Procedural Posture
- Agravo Em Recurso Especial / Conhecimento Do Agravo E Não Conhecimento Do Recurso Especial (decisão Monocrática De Admissibilidade/ Mérito Não Conhecido)
- Outcome
- Conheço do agravo e não conheço do recurso especial.
- Legal Topics
- Reconhecimento De Pessoa, Artigo 226 Do Código De Processo Penal, Súmula 7 Do STJ, Súmula 568 Do STJ, Provas Autônomas, Reexame Fático Probatório
Case Brief
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Parties
MANOEL TIBURCIO DA COSTA
Agravante
Ministério Público do Estado do Paraná
Respondente
Procedural Posture
Agravo Em Recurso Especial / Conhecimento Do Agravo E Não Conhecimento Do Recurso Especial (decisão Monocrática De Admissibilidade/ Mérito Não Conhecido)
Legal Issues
- 1 ilegalidade do reconhecimento pessoal sem observância do art. 226 do CPP
- 2 valoração de provas corroborativas e autônomas em face de reconhecimento realizado na fase policial
- 3 incidência da Súmula 7 do STJ quanto à vedação do reexame fático-probatório
Ratio Decidendi
Conheceu-se do agravo e não se conheceu do recurso especial porque o acórdão recorrido está em consonância com a jurisprudência dominante do STJ: mesmo havendo reconhecimento realizado na fase policial sem estrita observância do art. 226 do CPP, a condenação se manteve por estar lastreada em provas autônomas e corroboradas em juízo; a reavaliação dessas provas demandaria revolvimento fático-probatório vedado pela Súmula 7 do STJ, e o relator, com fundamento na Súmula 568 do STJ e no art. 253, parágrafo único, inciso II, alínea a, do Regimento Interno, decidiu monocraticamente pelo não conhecimento do recurso especial.
Court Disposition
Conheço do agravo e não conheço do recurso especial.
Orders
- Conheço do agravo e não conheço do recurso especial com fundamento no art. 253, parágrafo único, inciso II, alínea a, do Regimento Interno do STJ.
- Publique-se.
Full Case Text
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